Face Without Soul
Reflected face, dragged from the void without a soul
Illusive dream, poisoned with no control
Consuming time, condemned arise from glassy sleep
A vengeful mind, prowling into dreams it seeps
Now it seeps
Murdered mirror takes revenge upon the narcissic one
A trail of vengeance follows, bleaching bones a bastard son
Gaze upon silver coloured soul, bizarre occurs
Rapid ageing, growing old, alias the blur
Anomalous entity
Drawn into your dream
Solace ingesting age
Is in the way it breeds
Bitterness the crying words
Corroded affair betrayed
Weeping in its futile anguish
Leaving its victims shattered and decayed
Pause for reflection
Screeching, deformed, frozen face
Threatening from the unquiet place
Stalking beauty to feel such pain
A pleasing violence it's so insane
So insane
In reflection the eyes they glare and gleam
Muted howlings from within a victims dream
Ferocious are its embroilled cries
The mirror never lies
Rosto Sem Alma
Rosto refletido, arrastado do vazio sem alma
Sonho ilusório, envenenado sem controle
Consumindo o tempo, condenados surgem do sono de vidro
Uma mente vingativa, espreitando nos sonhos, ela infiltra
Agora ela infiltra
Espelho assassinado se vinga do narcisista
Um rastro de vingança segue, branqueando ossos, um filho bastardo
Olhe para a alma de cor prateada, o bizarro acontece
Envelhecimento rápido, ficando velho, o nome é borrão
Entidade anômala
Atraída para o seu sonho
Consolo consumindo a idade
Está na forma como se reproduz
Amargura, as palavras chorosas
Affair corroído, traído
Chorando em sua angústia fútil
Deixando suas vítimas despedaçadas e apodrecidas
Pausa para reflexão
Grito, rosto deformado e congelado
Ameaçando do lugar inquieto
Perseguindo a beleza para sentir tal dor
Uma violência prazerosa, é tão insano
Tão insano
Na reflexão, os olhos brilham e reluzem
Uivos mudos de dentro do sonho de uma vítima
Ferozes são seus gritos entrelaçados
O espelho nunca mente