Grave Worm
My corruption, it worsens. The worms dig deeper.
Pit of mental anguish. This casket locking me within.
In my own stench of darkness. Conscious returns.
I hear their movement. Enter the graveworm.
Crawl!
Feel every mastication, piercing the rib cage, the undead man.
A judgment unjust?
Consume my vital last look.
Of existence I've known, now be eaten undead.
Trapped, unmoving in black. Terror rips through my brain.
Seeking rot for sustenance. Fall upon my face, a living squirming rain.
Cacophony of consumption a thousand hungered mouths gorge themselves.
On decomposite skin, no screaming out, I'm devoured within.
Graveworm!
Eat of flesh, a graveful fear.
Picked clean to the bone, tortured tomb... I lie alone
Worm do Túmulo
Minha corrupção, só piora. Os vermes cavam mais fundo.
Fossa de angústia mental. Este caixão me tranca aqui dentro.
No meu próprio fedor de escuridão. A consciência volta.
Eu ouço seu movimento. Entra o verme do túmulo.
Rasteje!
Sinta cada mastigação, perfurando a caixa torácica, o homem sem vida.
Um julgamento injusto?
Consuma meu último olhar vital.
Da existência que conheci, agora sendo devorado como um morto-vivo.
Preso, imóvel no escuro. O terror rasga minha mente.
Buscando podridão como sustento. Caio de cara no chão, uma chuva viva e contorcida.
Cacofonia de consumo, mil bocas famintas se entopem.
Na pele em decomposição, sem gritos, sou devorado por dentro.
Verme do túmulo!
Coma da carne, um medo sepulcral.
Limpo até os ossos, tumba torturante... eu fico sozinho.