Foetus Noose
Cloying blackness, within the womb, unwanted child's fleshly tomb.
Umbilicus, a weaved choke, hung in time, frail neck is broke.
Aborted form's placenta shroud, writhe in untold fear.
Suffer not this child to live, awash in bitter tears.
Eternally they're cast in a sea of feculence.
Sound the flatline knell, bloodied noose, a cold embrace.
Salted out of life's chance, lost souls disarrayed.
What never was, can never be, grotesques we betrayed.
Mortal remains. Now just burning embers.
It cuts both ways, for all those dismembered.
Carbonized by fire, burning flames of hate.
Guilty in a blinkered court, destruction, child's play.
Beaten derewcts on the brink of death, there's no requiem.
Nothingness is what remains, no chance to live again.
Laço de Feto
Escuridão sufocante, dentro do útero, tumba carnal de uma criança indesejada.
Umbigo, um nó entrelaçado, pendurado no tempo, pescoço frágil quebrado.
Placenta do corpo abortado, se contorcendo em medo sem fim.
Não deixe essa criança viver, mergulhada em lágrimas amargas.
Eternamente lançados em um mar de fezes.
Soe o sino da linha plana, laço ensanguentado, um abraço frio.
Salgados fora da chance da vida, almas perdidas em desordem.
O que nunca foi, nunca pode ser, grotescos que traímos.
Restos mortais. Agora apenas brasas ardentes.
Corta dos dois lados, para todos aqueles desmembrados.
Carbonizados pelo fogo, chamas ardentes de ódio.
Culpados em um tribunal cego, destruição, brincadeira de criança.
Desvalidos espancados à beira da morte, não há réquiem.
O nada é o que resta, sem chance de viver novamente.