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Póstumo

Benjamin Amadeo

Póstumo

No quiero nada póstumo
Dámelo en vida no quiero
Para el próximo tren tu amor
Nada de asuntos pendientes
Antes de que me despida
No quiero nada póstumo, por favor

Las ganas de ver algo mío
En el bronce se fueron
Estoy ensayando el olvido
Desde antes de ayer

Solo podría decirte
Que hagas lo que yo no puedo
Como sacarte de adentro
Lo que hay que decir

No hay nada que esconder
Aquí nunca sabemos
Cuando es la última vez

No quiero nada póstumo
Dámelo en vida no quiero
Para el próximo tren tu amor
Nada de asuntos pendientes
Antes de que me despida
No quiero nada póstumo, por favor

No quiero nada tóxico
Ni estático ni drástico
Solo algo fantástico
Para pasar el rato

Por eso vivo en problemas lo sé
No hay nada que me sirva
Nunca leo los contratos
Siempre directo a la firma

Y recodemos toda esta locura
Porque no tiene sentido olvidarse
Verte era difícil como perdonarse
Como jugar en la altura

No quiero nada póstumo
Dámelo en vida no quiero
Para el próximo tren tu amor
Nada de asuntos pendientes
Antes de que me despida
No quiero nada póstumo, por favor

Estoy seguro que nada puede salir mal
Pero a mí dámelo en vida

A mí (a mí) dámelo en vida (dámelo en vida)
A mí (a mí) dámelo en vida (dámelo en vida)
A mí (a mí) dámelo en vida (dámelo en vida)
A mí (a mí) dámelo en vida (dámelo en vida)
A mí (a mí) dámelo en vida (dámelo en vida)
A mí (a mí) dámelo en vida (dámelo en vida)
A mí (a mí) dámelo en vida (dámelo en vida)

No no nou no no nou no no nou

Póstumo

Não quero nada póstumo
Me dá em vida, não quero
Para o próximo trem, seu amor
Nada de pendências
Antes de me despedir
Não quero nada póstumo, por favor

A vontade de ver algo meu
No bronze se foi
Estou ensaiando o esquecimento
Desde antes de ontem

Só poderia te dizer
Que faça o que eu não consigo
Como tirar de dentro
O que precisa ser dito

Não há nada a esconder
Aqui nunca sabemos
Quando é a última vez

Não quero nada póstumo
Me dá em vida, não quero
Para o próximo trem, seu amor
Nada de pendências
Antes de me despedir
Não quero nada póstumo, por favor

Não quero nada tóxico
Nem estático, nem drástico
Só algo fantástico
Para passar o tempo

Por isso vivo em problemas, eu sei
Não há nada que me sirva
Nunca leio os contratos
Sempre direto para a assinatura

E vamos lembrar toda essa loucura
Porque não faz sentido esquecer
Te ver era difícil como perdoar
Como jogar nas alturas

Não quero nada póstumo
Me dá em vida, não quero
Para o próximo trem, seu amor
Nada de pendências
Antes de me despedir
Não quero nada póstumo, por favor

Estou certo de que nada pode dar errado
Mas pra mim, me dá em vida

Pra mim (pra mim) me dá em vida (me dá em vida)
Pra mim (pra mim) me dá em vida (me dá em vida)
Pra mim (pra mim) me dá em vida (me dá em vida)
Pra mim (pra mim) me dá em vida (me dá em vida)
Pra mim (pra mim) me dá em vida (me dá em vida)
Pra mim (pra mim) me dá em vida (me dá em vida)
Pra mim (pra mim) me dá em vida (me dá em vida)

Não não nou não não nou não não nou

Composição: