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Autarktis (Trono da Montanha)

Bergthron

Autarktis (Bergthron)

Wie definiert man Gott,
auf dem Gipfel der Welt?
Wo ist das Leben,
wenn man nach unten blickt?
Wie definiert man Gott,
wenn man den Himmel
mit einer Hand berührt?
Wohin weht der Geist,
wenn man zwischen zwei
Welten steht?
Hinauf zu den lichten Göttern,
oder hinab ins finst're Tal,
dort, wo die Menschen hausen?
Eine Expedition in das höchste Land,
durch unwegsames Gelände,
über steinige Pfade...

...der höchste Berg ist nicht zu steil.
Nicht zu steil, um zu fallen,
zu fallen, tief in sich hinein,
tief hinein ins eigne Sein,
tief zu sich selbst herab.
Kalt ist es auf jedem Gipfel,
gefahrvoll und stürmisch, eisig und steil.
Ohne Gefühl ...alle Sinne taub.
Augen ohne Licht,
Ohren ohne Resonanz,
Worte ohne Klang.
Ob Tag, ob Nacht,
ob Gott, Berg oder Mensch.
Hier, auf dem Gipfel der Welt.
Hier, ist alles Eins!

Autarktis (Trono da Montanha)

Como se define Deus,
no topo do mundo?
Onde está a vida,
quando se olha pra baixo?
Como se define Deus,
quando se toca o céu
com uma mão?
Pra onde vai o espírito,
quando se está entre duas
mundos?
Pra cima, em direção aos deuses claros,
ou pra baixo, no vale escuro,
alí, onde os humanos habitam?
Uma expedição na terra mais alta,
por terrenos difíceis,
sobre caminhos pedregosos...

...a montanha mais alta não é íngreme.
Não é íngreme o suficiente pra cair,
pra cair, fundo dentro de si,
fundo dentro do próprio ser,
fundo até o próprio eu.
Frio está em cada pico,
perigoso e tempestuoso, gelado e íngreme.
Sem sentimento... todos os sentidos entorpecidos.
Olhos sem luz,
orelhas sem ressonância,
palavras sem som.
Seja dia, seja noite,
seja Deus, montanha ou homem.
Aqui, no topo do mundo.
Aqui, tudo é um!

Composição: