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Minha Pobre Vida

Bernardo Avalos y su Cuarteto Panambi Rory

Mi pobre vida

Nadie quiere dar
Un poco de amor a mi pobre vida
Ya todo lo bello se aleja de mí
Me encuentro muy solo

Ese cielo azul se esconde de mí
A lo más profundo
Ya con su fulgor no quiere alumbrar
Mi camino oscuro

Me siento perdido
Triste, sin amor, ya sin esperanza
A mis ojos cubren
Tinieblas del cielo con su manto negro

Y hasta las estrellas
Que me encaminaban se fueron muy quedo
Solo queda mi alma
Llorando las penas de mi desconsuelo

Nadie quiere dar
Un poco de amor a mi pobre vida
Ya todo lo bello se aleja de mí
Me encuentro muy solo

Ese cielo azul se esconde de mí
A lo más profundo
Ya con su fulgor no quiere alumbrar
Mi camino oscuro

Me siento perdido
Triste, sin amor, ya sin esperanza
A mis ojos cubren
Tinieblas del cielo con su manto negro

Y hasta las estrellas
Que me encaminaban se fueron muy quedo
Solo queda mi alma
Llorando las penas de mi desconsuelo

Minha Pobre Vida

Ninguém quer dar
Um pouco de amor pra minha pobre vida
Já tudo que é belo se afasta de mim
Me sinto tão sozinho

Esse céu azul se esconde de mim
No mais profundo
Já com seu brilho não quer iluminar
Meu caminho escuro

Me sinto perdido
Triste, sem amor, já sem esperança
Meus olhos se cobrem
De trevas do céu com seu manto negro

E até as estrelas
Que me guiavam se foram bem devagar
Só resta minha alma
Chorando as dores do meu desamparo

Ninguém quer dar
Um pouco de amor pra minha pobre vida
Já tudo que é belo se afasta de mim
Me sinto tão sozinho

Esse céu azul se esconde de mim
No mais profundo
Já com seu brilho não quer iluminar
Meu caminho escuro

Me sinto perdido
Triste, sem amor, já sem esperança
Meus olhos se cobrem
De trevas do céu com seu manto negro

E até as estrelas
Que me guiavam se foram bem devagar
Só resta minha alma
Chorando as dores do meu desamparo

Composição: Ramón Arroyo Ramírez, Cirilo Riveros Almada