La Lengua
Todos tenemos una parte en nuestro cuerpo
Que en ocasiones sin pensar nos perjudica
Mencionare en esta canción los derivados
Pues casi todos le apodamos la maldita
Es delicada y sumamente indispensable
Se llama lengua y sirve para otras cositas
Cuando comemos a veces nos la mordemos
A ella le vale no pronuncia bendiciones
A la que le toco estar en bocas de curas
Le toca a veces disfrazar las maldiciones
Es mentirosa y hay que tenerle cuidado
Por ella muchos ya se encuentran en panteones
Yo no quisiera que se mal interpretará
No soy grosero solo digo la verdad
Por nuestra lengua a veces nos parten la cara
Y por la misma a la cárcel vamos a dar
Ella detecta lo dulce, amargo y salado
Solo a los mudos no les ayuda a chismear
Son deliciosos los besitos de lengüita
Sin duda es indispensable en la intimidad
Cuando comemos a veces nos la mordemos
A ella le vale no pronuncia bendiciones
A la que le toco estar en bocas de curas
Le toca a veces disfrazar las maldiciones
Es mentirosa y hay que tenerle cuidado
Por ella muchos ya se encuentran en panteones
Yo no quisiera que se mal interpretará
No soy grosero solo digo la verdad
Por nuestra lengua a veces nos parten la cara
Y por la misma a la cárcel vamos a dar
Ella detecta lo dulce, amargo y salado
Solo a los mudos no les ayuda a chismear
Son deliciosos los besitos de lengüita
Sin duda es indispensable en la intimidad
A Língua
Todos nós temos uma parte do nosso corpo
Que às vezes, sem pensar, nos prejudica
Mencionarei nesta canção os derivados
Pois quase todos apelidamos de maldita
É delicada e extremamente indispensável
Chama-se língua e serve para outras coisinhas
Quando comemos, às vezes a mordemos
Ela não se importa em não pronunciar bênçãos
Àquela que teve que estar nas bocas dos padres
Às vezes, cabe a ela disfarçar as maldições
Ela é mentirosa e deve ser cuidadosamente tratada
Por causa dela, muitos já estão em cemitérios
Eu não gostaria que fosse mal interpretado
Não sou grosseiro, apenas digo a verdade
Por causa da nossa língua, às vezes nos batem
E por ela, vamos parar na prisão
Ela detecta o doce, o amargo e o salgado
Apenas os mudos não conseguem fofocar com ela
Os beijinhos de língua são deliciosos
Sem dúvida, é indispensável na intimidade
Quando comemos, às vezes a mordemos
Ela não se importa em não pronunciar bênçãos
Àquela que teve que estar nas bocas dos padres
Às vezes, cabe a ela disfarçar as maldições
Ela é mentirosa e deve ser cuidadosamente tratada
Por causa dela, muitos já estão em cemitérios
Eu não gostaria que fosse mal interpretado
Não sou grosseiro, apenas digo a verdade
Por causa da nossa língua, às vezes nos batem
E por ela, vamos parar na prisão
Ela detecta o doce, o amargo e o salgado
Apenas os mudos não conseguem fofocar com ela
Os beijinhos de língua são deliciosos
Sem dúvida, é indispensável na intimidade