Feburary
It is febuary 1998,
With too many mindless bodies,
Walking the face of the planet,
And too many mindfull bodies,
Without enough motivation,
To do anything constructive with their lives,
I despise these people,
In a way i can not verbally express,
My hatred for humanity
Has reached an all time high,
I believe i am a higher power
And a greater being,
Than our all too common society,
Lately i have asked myself
Should i concede defeat
And conform to our commercialist society,
Surely it would make my life
On this world easier to bear,
But when i get near my lowest moments,
I remember...
Why, i hate the world,
And everything, that is inside,
I remember why, that i despise
Everything that is not i.
Fevereiro
É fevereiro de 1998,
Com corpos sem propósito demais,
Andando pela face do planeta,
E corpos conscientes demais,
Sem motivação suficiente,
Para fazer algo construtivo com suas vidas,
Eu desprezo essas pessoas,
De uma forma que não consigo expressar,
Meu ódio pela humanidade
Chegou a um nível insuportável,
Acredito que sou uma força superior
E um ser maior,
Do que nossa sociedade tão comum,
Ultimamente tenho me perguntado
Se devo aceitar a derrota
E me conformar com nossa sociedade consumista,
Com certeza isso tornaria minha vida
Neste mundo mais fácil de suportar,
Mas quando chego perto dos meus momentos mais baixos,
Eu me lembro...
Por que eu odeio o mundo,
E tudo que está dentro,
Eu me lembro por que eu desprezo
Tudo que não sou eu.