Kynokephale Freuden im Sumpfleben
Ein Kettenhund biss in sein Ohr
das er einst halb verschlang
Spie aus vergnügt den Trauerflor
halbherzig unter Zwang
Verschwende nie was die ward teuer
die Blasphemie mich kitzelt froh
D'rum zeuge ich das Ungeheuer
spick' Dornen in das Fleisch noch roh
D'rum zeuge ich das Ungeheuer
spick' Dornen in das Fleisch noch roh
Ein Hund singt seltsam und zu laut,
mag nicht mehr auf den Gräbern tanzen
Du dachtest einst ich wär' gebor'n
doch schwimm' ich nun in salz'ger See
Hab' einsam meinen Wunsch verlor'n
auf dem ich nur noch selten steh'
Ein Hund singt seltsam und zu laut,
verbeisst sich in die Lederhaut
So wisse nun, daß nichts verbleibt
im einst'gen Lebenstraum
Zerschneide dich, falls stack beleibt
reiß' Stücke aus dem Saum
Alegrias Cefalópodes na Vida Pantanosa
Um cão acorrentado mordeu sua orelha
que ele uma vez meio engoliu
Cuspa alegremente o véu de luto
meio coração sob coação
Nunca desperdice o que foi caro
a blasfêmia me faz cócegas alegres
Por isso eu gero a monstruosidade
espeto espinhos na carne ainda crua
Por isso eu gero a monstruosidade
espeto espinhos na carne ainda crua
Um cão canta estranhamente e alto demais,
não quer mais dançar sobre as sepulturas
Você pensou que eu nasci
mas agora eu nado no mar salgado
Perdi solitariamente meu desejo
em que raramente ainda me apoio
Um cão canta estranhamente e alto demais,
morde a pele de couro
Então saiba agora que nada permanece
no antigo sonho de vida
Corte-se, se algo permanecer
arranque pedaços da bainha