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Tampa de Chaleira

Beto Vilar

Me encantei com o rebolado da morena
Peguei sua mão pequena
E convidei para dançar
Saímos rodando de salão a dentro
Ixe Maria que talento
No seu rebolar
Dei uns arrochos na cintura fina
No cangote da menina
Danei a fungar
A danada suava que nem tampa de chaleira
Menina que brincadeira boa é o forró
A danada suava que nem tampa de chaleira
Menina que brincadeira boa é forró

Requebrando as cadeiras
A cintura fina chega dar um nó
No tarrabufado
Rala as coxas a noite inteira
Menina que brincadeira boa é o forró

No tarrabufado
Rala as coxas a noite inteira
Menina que brincadeira boa é o forró

Na madrugada o xamego tá quente
Oxente
É tanta gente dentro do salão
A poeira sobe e o suor desce
Parece que o sanfoneiro
Não quer mais parar
O cabra engancha as pernas
Com as pernas da menina
Agarra na cintura fina
Chega parecer um só
A gente sua que nem tampa de chaleira
Menina que brincadeira boa é o forró

A gente sua que nem tampa de chaleira
Menina que brincadeira boa é o forró

Requebrando as cadeiras
A cintura fina chega dar um nó
No tarrabufado
Rala as coxas a noite inteira
Menina que brincadeira boa é o forró

No tarrabufado
Rala as coxas a noite inteira
Menina que brincadeira boa é o forró

Requebrando as cadeiras
A cintura fina chega dar um nó
No tarrabufado
Rala as coxas a noite inteira
Menina que brincadeira boa é o forró

No tarrabufado
Rala as coxas a noite inteira
Menina que brincadeira boa é o forró

Composição: Beto Vilar, José Roberto Vilar da Silva