Omniscient
Banishment, tortuous paths are strewn across the way
Of this hate fiend, man
Incarcerated by my own malignance
Kindred to no one, I am the one being
I am the one, the only
The beginning and the end
The end of a life that should never have been
No praise shall I ever beseech
For there are none whom supplicate
Alone, a victim of my own creation
Possessed of no morality
I scour this world in search of faith
Your truths are empty, your pages blank
My life a coffin, my soul a tomb
And I fall into the wind
For in it my words remain unheard
Mankind has forgotten me
None shall hear me
As I fall into the wind
I am the one, the only
My existence means nothing
Onisciente
Banimento, caminhos tortuosos se espalham pelo caminho
Deste demônio do ódio, homem
Encarcerado pela minha própria malignidade
Parente de ninguém, eu sou o único ser
Eu sou o único, o único
O começo e o fim
O fim de uma vida que nunca deveria ter existido
Nenhuma louvação eu jamais pedirei
Pois não há quem implore
Sozinho, uma vítima da minha própria criação
Desprovido de moralidade
Eu percorro este mundo em busca de fé
Suas verdades são vazias, suas páginas em branco
Minha vida um caixão, minha alma um túmulo
E eu caio no vento
Pois nele minhas palavras permanecem não ouvidas
A humanidade se esqueceu de mim
Ninguém me ouvirá
Enquanto eu caio no vento
Eu sou o único, o único
Minha existência não significa nada