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Balelo

Bia Marques

Pararapapaparara
Pararara

Pararapapaparara
Pararara

Cheguei na festa, um pouco quieta
Bebi pra espantar insegurança
A timidez até parece charme
Mas não confunda o ritmo da dança

No escuro eu deixo claro somente o que interessa
Pele na pele, olho no olho
De vagar e sem pressa
Vulnerabilidade, intimidade é meu ponto fraco
Te vejo, te quero, é fato

Vou me soltar com você
Deixa eu mostrar
Não quebro, não sou de vidro
Pode encostar

Pararapapaparara
Pararara

Pararapapaparara
Pararara

Todo mundo esconde dentro de si
Uma parte que chora, uma parte que ri, que ama e odeia
Ocultada simplesmente por medo de julgamento alheio
Mas quando alguém resolve mostrar essa parte escondida, e a intimidade é finalmente vista
É atraente, a falta de medo, a confiança de ser quem é, a essência nua, a alma crua, é bonito de ver, né?

No escuro eu deixo claro somente o que interessa
Pele na pele, olho no olho
De vagar e sem pressa
Vulnerabilidade, intimidade é meu ponto fraco
Te vejo, te quero, é fato

Vou me soltar com você
Deixa eu mostrar
Não quebro, não sou de vidro
Pode encostar

Vou me soltar com você
Deixa eu mostrar
Não quebro, não sou de vidro
Pode encostar

Pararapapaparara
Pararara

Pararapapaparara
Pararara

Composição: Bia Marques