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Muito Tempo Morto

Biomechanical

Long Time Dead

I rise again
Clawing at the veils
Awakening my thoughts
To what has never been

I'm reaching out
Blinded by the darkness still…
I feel what truth is left for me

Unending dreams

Beyond where I have been, just lies deceit

Unspoken words now told

And so the truth reveals

…"Fight this fear
Infuse the lies"…

"…break the fear
Unleash the lies…"

For what I am
Eternal hate can never break me inside I'm alive
Condemn my heart, condemn my soul
But feel the light pulsating me alight
Now I know, yes I know
I've been a long time dead

Un recognised
Always I've been there
Unseen I walk through the recollections once again

Un-compromised
Not bound by worlds of the enslaved
Unnamed I rules the darkest skies
…that now imprison me

For what I am
Eternal hate can never break me inside I'm alive
Condemn my heart, condemn my soul
But feel the light pulsating me alight
Now I know, yes I know
for what I am is what I am
I've never been i've never breathed
I've been a long time dead

For what I am
Eternal hate can never break me inside I'm alive
Condemn my heart, condemn my soul
But feel the light pulsating me alight
For what I am is what I am
Eternal hate cant break me
Condemn my heart, condemn my soul
But feel the life pulsating

For what I am is what I am
I've never been I've never breathed

Throughout my life
I've always known
The poisonous lies
I've been fed through intravenously
My very soul instills
The fear of a long time dead

Muito Tempo Morto

Eu me levanto de novo
Arranhando os véus
Despertando meus pensamentos
Para o que nunca existiu

Estou me estendendo
Cego pela escuridão ainda...
Sinto o que resta de verdade pra mim

Sonhos sem fim

Além de onde estive, só há engano

Palavras não ditas agora reveladas

E assim a verdade se revela

…"Lute contra esse medo
Injete as mentiras"…

"…quebre o medo
Libere as mentiras..."

Pois o que sou
Ódio eterno nunca pode me quebrar por dentro, estou vivo
Condene meu coração, condene minha alma
Mas sinta a luz pulsando em mim
Agora eu sei, sim, eu sei
Fui muito tempo morto

Não reconhecido
Sempre estive lá
Invisível, caminho pelas recordações mais uma vez

Inabalável
Não preso por mundos dos escravizados
Sem nome, eu governo os céus mais sombrios
…que agora me aprisionam

Pois o que sou
Ódio eterno nunca pode me quebrar por dentro, estou vivo
Condene meu coração, condene minha alma
Mas sinta a luz pulsando em mim
Agora eu sei, sim, eu sei
Pois o que sou é o que sou
Nunca estive aqui, nunca respirei
Fui muito tempo morto

Pois o que sou
Ódio eterno nunca pode me quebrar por dentro, estou vivo
Condene meu coração, condene minha alma
Mas sinta a luz pulsando em mim
Pois o que sou é o que sou
Ódio eterno não pode me quebrar
Condene meu coração, condene minha alma
Mas sinta a vida pulsando

Pois o que sou é o que sou
Nunca estive aqui, nunca respirei

Ao longo da minha vida
Sempre soube
Das mentiras venenosas
Que me alimentaram intravenosamente
Minha própria alma instila
O medo de estar muito tempo morto

Composição: Jon Collins