Diaries Of Primeval Tragedies
Angry are the clouds which anesthetize
Former besetting episodes of assertive pain
An overwhelming blend of harmonious mirth & awe
Proclaims with much pride-dawn's out bursting rage
Cometh ye all astounded faces
I plea to thee-hear me now or nevermore
Poor puzzled pieces of human wreckage
Your wounds of heart & soul may heal-when shared
Surround me with your precious presence
My only request for now-is your dearest patience
Cull the words which portray your might
From miserable tiny pebbles-to stones of awesome sights
From rotting pallets filled with mold & mice
From grey hidden corners contaminated by the diseases of the soul which dies
Red shiny ink spills our luxuriant opera on-yellow dusty pages
Bathe with sweet nectar flowing from-aching mind-cages
Looking back-glaring at life
All these years of death-from Christs murderous knife
The drought which, bit by bit, gnawed our pride-
Insulting holy lies which poisoned meadows of the true dark-guide
Absorb with joy-the sweet new blood
Filling every heart-beat and instincts-slumber yet starved
Find me your poets, bring forth your bards
Let them sing kisses of evil to other world-parts
I can hear the owl recite
Diaries of primeval tragedies which confide
Truth & knowledge of matters we must tend
In theaters of witchcraft-we pretend
The craving of dreams to form the prophecy
Open vein-shaped roads resembling our complex-conspiracy
The rythem of the march excite to tears in our eyes
Don't other dare bark towards us-lest we rid them like flies
See my trembling cut open fingers
They remind me of the incredible secret which still lingers
Free yourself from all those lies which are told so often
For now our referendoms web-is catiously woven
Follow that trail left by the witches-most dark & pale
Embellish poetry in veins to breed
Together to submerge & sublimely-bleed
Restless retch anchors of holy clay
And gather triumphs to harvest in the golden fields of may
Diários de Tragédias Primordiais
Nuvens raivosas que anestesiam
Antigos episódios de dor assertiva
Uma mistura avassaladora de alegria harmoniosa e assombro
Proclama com muito orgulho a fúria do amanhecer
Venham todos vocês, rostos atônitos
Eu imploro a vocês - me ouçam agora ou nunca mais
Pobres pedaços confusos de destroços humanos
Suas feridas de coração e alma podem cicatrizar - quando compartilhadas
Cercem-me com sua preciosa presença
Meu único pedido por agora - é sua mais querida paciência
Escolham as palavras que retratam sua força
De miseráveis pedrinhas - a pedras de vistas impressionantes
De paletes podres cheios de mofo e ratos
De cantos cinzentos escondidos contaminados pelas doenças da alma que morre
Tinta vermelha brilhante derrama nossa ópera luxuriante em páginas amarelas empoeiradas
Banhem-se com néctar doce fluindo de - prisões de mentes doloridas
Olhando para trás - encarando a vida
Todos esses anos de morte - pela faca assassina de Cristo
A seca que, pouco a pouco, roeu nosso orgulho -
Insultando mentiras sagradas que envenenaram prados do verdadeiro guia sombrio
Absorvam com alegria - o doce novo sangue
Preenchendo cada batida do coração e instintos - adormecidos, mas famintos
Encontrem-me seus poetas, tragam seus bardos
Deixem-nos cantar beijos de maldade para outras partes do mundo
Eu posso ouvir a coruja recitar
Diários de tragédias primordiais que confidenciam
Verdade e conhecimento de assuntos que devemos cuidar
Em teatros de feitiçaria - nós fingimos
O desejo de sonhos para formar a profecia
Caminhos em forma de veia que lembram nossa complexa conspiração
O ritmo da marcha excita lágrimas em nossos olhos
Que outros não ousem latir para nós - a menos que os afastemos como moscas
Veja meus dedos cortados e trêmulos
Eles me lembram do incrível segredo que ainda persiste
Libere-se de todas aquelas mentiras que são contadas tão frequentemente
Pois agora nossa teia de referendos - está cautelosamente tecida
Siga aquele rastro deixado pelas bruxas - mais escuro e pálido
Embelezem a poesia nas veias para gerar
Juntos para submergir e sublimemente - sangrar
Âncoras inquietas de barro sagrado
E reúnam triunfos para colher nos campos dourados de maio