395px

Apoteose

Bitter Frost

Apotheosis

A man in the mist with great rigor runs
From atrophy and leaves no vestige
Nothing stops his stride
Nothing can hold him
No salving touch
No cataclysm

Chased by binding hands
Stalked by forfeit men
He struggles on despite all his wounds
With a burning soul and with inbuilt will
His torch goes dim
His self betrays him

The torch goes dim
And man deceives himself

God takes root in the minds of the weak
Looming darkness held by tainted minds
Prometheus plummeting to earth
Crushing senseless hands
To a silent death

Untold torment
Divine forgiveness
Blindly creeping souls sowing their shadows
Reaping solemn lies
Propagating forth
Divine progeny
The transmuting mist
The false prophets
Betrayers of man

Nothing

Nothing

Nothing is my lasting name
The cross I bear
Eternal shame
A warning heard
A cry betrayed
One last voice for man to blame

The road to hell is at your feet,
do you not feel the searing...

Heat

Cast aside compassion's hold
Rip out your own heart
And become your own god

His torch goes dim
And man deceives himself
God takes root in the minds of the weak

Chaos in the heart, evil in the act
Lives past our bones, only silence dies
Only through freedom, only through pure will
Can gods be borne from the flesh of men

Let the tyrants feed, let the rabble grow
For when they fall on their bones we feast
For I am the god of apostasy
And I will eclipse all who oppose me

I will eclipse all who oppose me
From the flesh of gods I'll be borne
For I am the god of apostasy
I will eclipse all who oppose me

Apoteose

Um homem na névoa com grande rigor corre
Da atrofia e não deixa vestígio
Nada para sua marcha
Nada pode segurá-lo
Nenhum toque de alívio
Nenhum cataclismo

Perseguido por mãos que prendem
Vigiado por homens que desistiram
Ele luta apesar de todas as suas feridas
Com uma alma ardente e uma vontade inabalável
Sua tocha se apaga
Seu eu o trai

A tocha se apaga
E o homem se engana

Deus se enraíza nas mentes dos fracos
Escuridão ameaçadora mantida por mentes corrompidas
Prometeu despencando à terra
Esmagando mãos sem sentido
Para uma morte silenciosa

Tormento sem fim
Perdão divino
Almas que rastejam cegamente semeando suas sombras
Colhendo mentiras solenes
Propagando adiante
Prole divina
A névoa que transfigura
Os falsos profetas
Traidores da humanidade

Nada

Nada

Nada é meu nome duradouro
A cruz que carrego
Vergonha eterna
Um aviso ouvido
Um grito traído
Uma última voz para o homem culpar

O caminho para o inferno está aos seus pés,
você não sente a ardência...

Calor

Deixe de lado o apego à compaixão
Arranque seu próprio coração
E torne-se seu próprio deus

Sua tocha se apaga
E o homem se engana
Deus se enraíza nas mentes dos fracos

Caos no coração, mal na ação
Vidas além de nossos ossos, apenas o silêncio morre
Somente através da liberdade, somente através da pura vontade
Podem deuses nascer da carne dos homens

Deixe os tiranos se alimentarem, deixe a plebe crescer
Pois quando caírem sobre seus ossos, nós nos fartamos
Pois eu sou o deus da apostasia
E eu eclipsarei todos que se opuserem a mim

Eu eclipsarei todos que se opuserem a mim
Da carne dos deuses eu serei gerado
Pois eu sou o deus da apostasia
Eu eclipsarei todos que se opuserem a mim