Aleina
Nå står eg her og vakle øve avgrunnen igjen
kaos smile te meg som om eg va ein gammal venn.
Eg har gått meg sjøl te blods - eg e hudlaus og naken
om det bare va et mareritt, men eg e lys vaken.
Aleina, aleina igjen.
Eg sprang te "psykofolket" dei sa at "det er bare, bare..."
og menigheten sang "ingen e så trygg for fare".
Min venn kunstnaren grein, for han va sjØl så misforstått
og menigmannen sa; "det vil nå helst gå godt".
Aleina, aleina igjen.
Nåken ropte sunnhet - andre va'kje inne
dei hadde skifta image og sl oppe te der sola skinne.
Alle hadde hover, men nåken mangla føter dei fauk omkring med vinden og skreiv ut "ikkje in nok" - bøter.
Aleina, aleina igjen.
Så gjekk eg te meg sjøl eg hadde kappa og linjal
eg sto og preika fine ord om avmakt og moral.
Så de va'kje møkje hjelp å få i selskap med meg sjøl
- kom legestand og svirebrødre - gi med dop og øl!
Sozinho
Agora estou aqui, vacilando sobre o abismo de novo
O caos sorri pra mim como se eu fosse um velho amigo.
Eu me machuquei tanto que cheguei a sangrar - estou sem pele e nu
Se ao menos fosse um pesadelo, mas estou bem acordado.
Sozinho, sozinho de novo.
Corri pra "psicopatas", eles disseram que "é só, só..."
e a congregação cantou "ninguém está a salvo do perigo".
Meu amigo artista chorou, porque ele mesmo era tão incompreendido
e o homem comum disse; "vai dar tudo certo no final".
Sozinho, sozinho de novo.
Alguém gritou por sanidade - outros não estavam por perto
eles mudaram de imagem e subiram pra onde o sol brilha.
Todos tinham cabeças, mas alguns estavam sem pés, voavam com o vento e escreviam "não é o suficiente" - multas.
Sozinho, sozinho de novo.
Então fui pra dentro de mim, eu tinha uma tesoura e uma régua
fiquei lá falando palavras bonitas sobre impotência e moral.
Mas não havia muita ajuda a se encontrar na companhia de mim mesmo
- venha, médicos e amigos de farra - me tragam drogas e cerveja!