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Línguas de Prata

Black Fast

Tongues Of Silver

Altars have burned
In wakeless states i've lapsed
Spires i've seen, crashing dreams
Of vapors and visions
Escaping, entranced!

Coming to and through possession
Other forms and shattered worlds
Out of the wreckage, in the coming swarm
Beyond depravation
Eradication, of light interred

Silenced ghosts, sing unheard
Dying language, silver tongues
Conquered ancients spilling blood
Come to order, come the pain
Come neglect, into the fray

Come the reckoning, come the suffering
Subjugation, all enslaved
Frothing mouth, the river writhes
Clotting, the horror, swarming flies
Silver tongues, drowning floods

Claiming victims, putrified
Seal it off, dealing death
Running out, sewing mouths
Starving lungs, depriving, explode and drown

The silver tongued ancients
Meeting reprise
Of silenced ghosts
Reclaim demise

Línguas de Prata

Altares queimaram
Em estados sem despertar eu caí
Torres que vi, sonhos despedaçados
De vapores e visões
Escapando, encantado!

Voltando e através da possessão
Outras formas e mundos quebrados
Do destroço, na enxurrada que vem
Além da depravação
Erradicação, da luz enterrada

Fantasmas silenciados, cantam não ouvidos
Linguagem morrendo, línguas de prata
Antigos conquistados derramando sangue
Venham à ordem, venha a dor
Venham o descaso, para a batalha

Venha o acerto de contas, venha o sofrimento
Subjugação, todos escravizados
Boca espumando, o rio se contorce
Coagulação, o horror, moscas em enxame
Línguas de prata, inundações afogando

Reivindicando vítimas, putrefatas
Selar isso, causando morte
Acabando, costurando bocas
Pulmões famintos, privando, explodindo e afogando

Os antigos de língua prateada
Encontrando reprise
Dos fantasmas silenciados
Reclamando a morte

Composição: