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Primeira Ladainha do Eterno Nada

Black Flame

First Litany ov Eternal Nothingness

Descending in the valley of sins
I know I'm not alone
Spectral presences around me
Where the silence is destructive
And only now I know who I am
Nothing is rational ... Nothing is conceivable

Lying down on the freezing ground
In the disturbing peace of my senses
And I don't need to die to relish its taste
Every whisper of wind ... Every leaf that falls
Is like a tormented scream
That lights a smile on my face
And when I'm blind a terrible litany reaches me
To give me pure sensations of violent grief

The mind is free from every thought
And it forces to return
Transforming my breath in a still empty tomb

I've arrived at the portal, where I brought with me ...
... The disturbing truths and the violent sins
Here my energy is unattainable
Transforming my breath in a still empty tomb

Primeira Ladainha do Eterno Nada

Descendo no vale dos pecados
Sei que não estou sozinho
Presenças espectrais ao meu redor
Onde o silêncio é destrutivo
E só agora sei quem sou
Nada é racional... Nada é concebível

Deitado no chão gelado
Na paz perturbadora dos meus sentidos
E não preciso morrer para saborear seu gosto
Cada sussurro do vento... Cada folha que cai
É como um grito atormentado
Que acende um sorriso no meu rosto
E quando estou cego, uma terrível ladainha chega até mim
Para me dar sensações puras de dor violenta

A mente está livre de todo pensamento
E é forçada a voltar
Transformando meu fôlego em um túmulo ainda vazio

Cheguei ao portal, onde trouxe comigo...
... As verdades perturbadoras e os pecados violentos
Aqui minha energia é inatingível
Transformando meu fôlego em um túmulo ainda vazio

Composição: