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Sutekh (Caos)

Black Funeral

Sutekh (Chaos)

Lord of the Northern Sky, chaos unbound
Whose head is a beast, yet has no form
Lord of deserts, the mightiest of Gods
Whose blade cuts deep the weakened enemy
A tribe of sand moves across a sky forlorn
I am the Eye within the center, overmastering, devouring
As the Serpent do I embrace torment, stinging death
Yet through me there is life
The moon is dark, sleeping in a desolate ruin
Shadows bring my servants, breeding serpents within
Lord of Beasts, who cuts with the knife oppression and stasis
Let strife run through the veins of all, let mastery be of the strong
There is no compassion for those who are not of our blood
Praise is made in me, for here darkness begins
Tongues of flame, scribe my books of art
So infernal, yet I compel the suns scorching rays
Lord of the Darkened Skies, yet arise in the Noon
Burning sun and deathhead Moon

Sutekh (Caos)

Senhor do Céu do Norte, caos sem limites
Cuja cabeça é uma besta, mas não tem forma
Senhor dos desertos, o mais poderoso dos Deuses
Cuja lâmina corta fundo o inimigo enfraquecido
Uma tribo de areia se move por um céu desolado
Eu sou o Olho no centro, dominando, devorando
Como a Serpente, abraço o tormento, morte ardente
Ainda assim, através de mim há vida
A lua está escura, dormindo em uma ruína desolada
Sombras trazem meus servos, criando serpentes dentro
Senhor das Bestas, que corta com a faca opressão e estagnação
Que a luta corra nas veias de todos, que o domínio seja dos fortes
Não há compaixão para aqueles que não são do nosso sangue
O louvor é feito em mim, pois aqui a escuridão começa
Línguas de chama, escrevam meus livros de arte
Tão infernal, ainda assim eu compelido os raios escaldantes do sol
Senhor dos Céus Sombrio, ainda assim levanto ao Meio-dia
Sol ardente e Lua de morte

Composição: