Untitled
As I turned my eyes
To look into my inner self
I found not even darkness
Freedom is the greatest fear
Under control of the void
No sleep offers peace
And this dream of cold steel
Forced onto human flesh
The light beat of a heart
Like ashes in a storm
The chaotic compulsory will
Is safer than my open desire
This should be sense?
Then life is worthless
No more tears for this world
As I turned my eyes again
To look into my inner self
I found not even darkness
Demise is not my fright
But continuation
The embrace of emptiness
Never free me
I am scared of this thought
Never look at me
Can you call this a soul?
Never touch me
I am used to the pain
Never will I turn my eyes again
For there is not even darkness
Am I … the void…?
Sem Título
Quando virei meus olhos
Para olhar dentro de mim mesmo
Não encontrei nem mesmo escuridão
A liberdade é o maior medo
Sob o controle do vazio
Nenhum sono traz paz
E esse sonho de aço frio
Imposto à carne humana
O pulsar da luz de um coração
Como cinzas em uma tempestade
A vontade caótica e compulsória
É mais segura que meu desejo aberto
Isso deveria fazer sentido?
Então a vida não vale nada
Sem mais lágrimas por este mundo
Quando virei meus olhos de novo
Para olhar dentro de mim mesmo
Não encontrei nem mesmo escuridão
A morte não é meu medo
Mas a continuidade
O abraço do vazio
Nunca me liberte
Estou assustado com esse pensamento
Nunca olhe para mim
Você pode chamar isso de alma?
Nunca me toque
Estou acostumado à dor
Nunca mais virarei meus olhos
Pois não há nem mesmo escuridão
Sou eu... o vazio...?