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Mártir

Black Path

Martyr

Nothing quite encourages as does one's first unpunished crime
It is only by way of pain one arrives at pleasure

This wretched shade I chased
Keeps calling me insane
A begging soul, a terrified child
No, I'm not insane

Sharp talons, a pair of horns
Devilish aura, a crown of thorns

What am I? What I see?
The torment must begin

In chains, suspended
I can feel nothing but madness driving my mind
The spine of our world is about to forever break

Such sound, such music
Coming out from the cracks of the earth
This spine melody, an intro, announcing the end

Of this world

I'll make an instrument out of yours and play my requiem
The blackest this world has ever heard
Until flames seize the last piece of my broken soul

You have corrupted my imagination and inflamed my blood
You are cold, while you yourself fan flames

Mártir

Nada encoraja como o primeiro crime impune
É apenas por meio de dor que se chega ao prazer

Esta sombra miserável que eu persegui
Continua me chamando de insano
Uma alma implorando, uma criança aterrorizada
Não, eu não sou insano

Garras afiadas, um par de chifres
Aura diabólica, uma coroa de espinhos

O que eu sou? O que eu vejo?
O tormento deve começar

Em cadeias suspensas
Eu não posso sentir nada além de loucura dirigindo minha mente
A espinha do nosso mundo está prestes a quebrar para sempre

Tal som, tal música
Saindo das fendas da terra
Esta melodia da coluna, uma introdução, anunciando o fim

Deste mundo

Eu vou fazer um instrumento seu e tocar meu requiem
O mais negro que esse mundo já ouviu
Até que as chamas se apoderem do último pedaço da minha alma quebrada

Você corrompeu minha imaginação e inflamou meu sangue
Você está com frio, enquanto você mesmo atiça chamas

Composição: