My Exile
Stuck in a state of mind
Where beauty dies
Where eternity rules
I am the observer
The bound witness
Of my own demise
Watching my funeral
Loathing myself
Smell my fresh despair
Hear the steps of doom
Floating in void
Falling in gloom
This blackened requiem
Distorted call from Hell
The pale horse of death, taking my soul
Chains of tar and misery, luring my ordeal
Burn the wings of heaven
And forever mute
The harp of sun
These ruins I see
Dead elements were gathering here
I saw an angel
A madman, a slender God
He blighted everything
Clenched the world in his hands
Purgatory unleashed
Fire
Blessed
These
Wicked symphonies
A river of hopelessness, burning my skin
The grave as my home, death as my guide
It could all end with a light at the end of the tunnel
Warm, Aureate, dim
Or just eternal darkness
Meu exilado
Preso em um estado de espírito
Onde a beleza morre
Onde a eternidade governa
Eu sou o observador
A testemunha ligada
Do meu próprio desaparecimento
Assistindo meu funeral
Me detestando
Cheire meu desespero fresco
Ouça os passos da desgraça
Flutuando no vazio
Caindo na tristeza
Este requiem enegrecido
Chamada distorcida do inferno
O cavalo pálido da morte, tomando minha alma
Correntes de alcatrão e miséria, atraindo minha provação
Queime as asas do céu
E para sempre mudo
A harpa do sol
Essas ruínas eu vejo
Elementos mortos estavam se reunindo aqui
eu vi um anjo
Um louco, um Deus esguio
Ele arruinou tudo
Cerrou o mundo em suas mãos
Purgatório desencadeado
Fogo
Abençoado
Estes
Sinfonias perversas
Um rio sem esperança, queimando minha pele
O túmulo como minha casa, a morte como meu guia
Tudo poderia terminar com uma luz no fim do túnel
Quente, Aureate, dim
Ou apenas escuridão eterna