En El Clavo
(No la llaman, no la quieren)
(La realidad no la quieren ver)
(No hay mañana, estamos solos)
(No la quieren ver)
No la llaman, no la quieren
La realidad no la quieren ver
No hay mañana, estamos solos
No la quieren ver
Para hacer lo que
Hacen todos, ya están todos, os lo resumo
Me molan mucho, no me creo a ninguno
Y no te hablo, de rap, trap, eso importa un culo
Es que una industria de sordos, reza para verme mudo
Yo no te hago un tema para que pegue
Hago letras de las que los lame culos no se atreven
Sé de sobra lo que aquí les mueve, pero
Si yo toco la bola, es para ser Pelé, no un pelele
Cambia un poquito tus bases blake, son iguales
Si, como todos los que escuchas en tus auriculares no
Yo no tiro principios por tierra y tú para el que admiras
Eres solo una reproducción de mierda
Tú escúchame a mi que te vas a volver más listo
Pienso por ti solo, no lo que haga todo Cristo
Y no me llaméis Dios, no es lo mismo, él está para escucharos
A mí me escucháis pro que yo existo
Predico, si con el ejemplo
No para popularidad ni tenerlos más contentos
Defiendo a la mujer porque sé por lo que ha pasado
Pero algunos ven un culo, no la sangre que han llorado
Tú que sabes postureta, tienes el cerebro de una seta
Resulta que el chaval con la fotito de perfil sin camiseta
Llama guarra a una mujer por que se le ve media teta
Ay, ay has visto a dónde vas, ay, ay, no tiene solución
Hermano, pero luego soy yo el raro
En este puto mundo ser sincero sale caro
Quieres más temazo, me los saco con el rabo
Eso no me cuesta, aunque me salga muy caro
El problema es de que cojones me sirve pavo
No la llaman, no la quieren
La realidad no la quieren ver
No hay mañana, estamos solos
No la quieren ver
Me ha dicho un pajarito que la vida no depende
De lo que te curres en la vida, que pretenden
Que me esfuerce de lunes al finde o que compre un huevo kinder
Y me toqué un master como el de Cifuentes
Me siento blanca nieves en el bosque
Hablo con mi perro por que no la gente no sé
Yo sé que todo lo que es oro no reluce, solo es pose
Por eso lo bonito no se ve, se conoce
Yo aún no tendría ni que haber nacido
Me siento adelantado a una época que me ha mentido
Mi error fue buscar algo que nunca ha existido
Por eso no se encuentra nada si tú estás perdido
Soy un cínico con música preciosa
Que la gente escucha cuando empieza a ver su fosa
Que este subiendo tanto a mucha gente le da yuyu
Por que sabe que en mi letra hay una verdad bochornosa
Que sabrán de música que sale desde el alma
Me da igual, en bolos o en la calle dando palmas
Que vas a enseñarme niño cheto, si cuando subí
Mi primer tema, tú estabas en cartoon network
Si no te gusta la música, cámbiala
Pero no le digas a un genio como se frota una lámpara
Ya entenderás quien canta para la galería
Y quien hace para pagar el pan día a día
Cuanto más pasa el tiempo, más lo pienso, todo falso
Un camino de rosas, dímelo si vas descalzo
Un día me calzo, y maleta y me voy para un planeta
Donde existe control Z
No la llaman, no la quieren
La realidad no la quieren ver
No hay mañana, estamos solos
No la quieren ver
No la llaman, no la quieren
La realidad no la quieren ver
No hay mañana, estamos solos
No la quieren ver
No Chamam, Não Querem
(Não a chamam, não a querem)
(A realidade não querem ver)
(Não há amanhã, estamos sozinhos)
(Não querem ver)
Não a chamam, não a querem
A realidade não querem ver
Não há amanhã, estamos sozinhos
Não querem ver
Pra fazer o que
Todo mundo faz, já tá todo mundo, resumindo
Eu curto muito, não acredito em nenhum
E não tô falando de rap, trap, isso não vale nada
É uma indústria de surdos, reza pra me ver mudo
Eu não faço uma música pra fazer sucesso
Faço letras que os puxa-sacos não se atrevem
Sei bem o que aqui os move, mas
Se eu toco a bola, é pra ser Pelé, não um idiota
Muda um pouco suas batidas, Blake, são iguais
Sim, como todos os que você escuta nos fones, não
Eu não jogo princípios no chão e você pro que admira
É só uma reprodução de merda
Me escuta que você vai ficar mais esperto
Penso por você, não o que todo mundo faz
E não me chamem de Deus, não é a mesma coisa, ele tá pra ouvir vocês
A mim vocês escutam porque eu existo
Eu prego, se for pelo exemplo
Não pra popularidade nem pra deixá-los mais felizes
Defendo a mulher porque sei pelo que passou
Mas alguns veem só o corpo, não o sangue que chorou
Você que sabe se exibir, tem o cérebro de um cogumelo
Acontece que o cara com a foto de perfil sem camisa
Chama de vagabunda uma mulher porque aparece meio peito
Ai, ai, viu pra onde vai, ai, ai, não tem solução
Irmão, mas depois sou eu o estranho
Nesse mundo escroto ser sincero custa caro
Quer mais música boa, eu tiro do bolso
Isso não me custa, mesmo que saia bem caro
O problema é que pra que caralhos isso me serve, cara
Não a chamam, não a querem
A realidade não querem ver
Não há amanhã, estamos sozinhos
Não querem ver
Um passarinho me disse que a vida não depende
Do quanto você se esforça na vida, que pretendem
Que eu me esforce de segunda a domingo ou que compre um ovo kinder
E me toque um master como o da Cifuentes
Me sinto Branca de Neve na floresta
Falo com meu cachorro porque não sei da gente
Eu sei que tudo que é ouro não brilha, só é pose
Por isso o bonito não se vê, se conhece
Eu ainda nem deveria ter nascido
Me sinto adiantado a uma época que me mentiu
Meu erro foi buscar algo que nunca existiu
Por isso não se encontra nada se você tá perdido
Sou um cínico com música linda
Que a galera escuta quando começa a ver sua cova
Que tá subindo tanto, muita gente fica assustada
Porque sabe que na minha letra tem uma verdade vergonhosa
O que sabem de música que vem da alma
Tanto faz, em shows ou na rua batendo palmas
O que você vai me ensinar, garoto metido, se quando eu lancei
Meu primeiro som, você tava no Cartoon Network
Se não gosta da música, muda
Mas não diga a um gênio como se esfrega uma lâmpada
Você vai entender quem canta pra galera
E quem faz pra pagar o pão dia a dia
Quanto mais passa o tempo, mais eu penso, tudo falso
Um caminho de rosas, me diga se você vai descalço
Um dia eu calço, pego a mala e vou pra um planeta
Onde existe o controle Z
Não a chamam, não a querem
A realidade não querem ver
Não há amanhã, estamos sozinhos
Não querem ver
Não a chamam, não a querem
A realidade não querem ver
Não há amanhã, estamos sozinhos
Não querem ver