Templo de Humillacion
Templo de Humillacion
Al exhortar vuestra blasfemia
Ante la puerta de la Dama
Escribirás la gran justicia
De potestades y profanas
El monumento se abrirá
Tu pasaje hay que encontrar
Sangre y dolor de tu Señor
La abominable humillación
Rodeados por la eterna muralla
En cada extremo una torre por infamia
En el centro formando la fortaleza
Todo es para tu alma, para dios y su pobreza
Es la ubicación del eterno templo edificado
Vastos llanos y el abismo de un sentir
Hacia el este el frío viento soplara
Y una cruz en su espalda clavara
Has empezado tu celebración
Lo mismo que guerreros en cruzadas
Al contrario de una clara matanza
Es el silencio de la voz de tu señor
Cruces, almas y su falsa palabra
Ubicado en el calabozo del olvido
Y el poder gozando en su trono
Sabiendo que el que sufre es una farsa
Siete templos pasaran sobre aquel
Su pobre riqueza lo hizo un rey
Creador de infamia entre los demás
Blasfemas y ganas tu libertad
Impune en su reinado
Los restos de su fracaso
Su palabra ha cesado
Y también la han enterrado
Los pies serán clavados
Por las llamas de sus propios olvidos
Todos serán siempre como libros
Escritos para oscuros destinos.
Templo de Humilhação
Templo de Humilhação
Ao exaltar sua blasfêmia
Diante da porta da Dama
Você escreverá a grande justiça
De poderes e profanos
O monumento se abrirá
Seu caminho precisa ser encontrado
Sangue e dor do seu Senhor
A abominável humilhação
Rodeados pela eterna muralha
Em cada canto uma torre de infâmia
No centro formando a fortaleza
Tudo é para sua alma, para Deus e sua pobreza
É a localização do templo eterno edificado
Vastos campos e o abismo de um sentir
Para o leste o vento frio soprar
E uma cruz em suas costas cravará
Você começou sua celebração
Assim como guerreiros em cruzadas
Ao contrário de um massacre claro
É o silêncio da voz do seu Senhor
Cruzes, almas e sua falsa palavra
Localizado no calabouço do esquecimento
E o poder se deleitando em seu trono
Sabendo que quem sofre é uma farsa
Sete templos passarão sobre aquele
Sua pobre riqueza o fez um rei
Criador de infâmia entre os outros
Blasfemas e busca sua liberdade
Impune em seu reinado
Os restos de seu fracasso
Sua palavra cessou
E também foi enterrada
Os pés serão cravados
Pelas chamas de seus próprios esquecimentos
Todos serão sempre como livros
Escritos para destinos obscuros.