Fango
Sguardi immobili di gente atterrita.
Davanti un nuovo morto, un corpo senza vita.
Si cerca una pista per scoprire il movente
iniziano le indagini che non porteranno a niente.
Rabbia e rancore per la nuova tragedia,
di quante menzogne ci inonderanno i media?
Passano gli anni dal giorno del processo
e viene alla luce il nome di chi nulla ha commesso.
Nella mia mano un pugno di terra
la sringo forte è la mia terra.
Fango su fango non sarà il futuro,
Noi sempre contro a tenere duro!
Il silenzio è dettato da timori e paure
di chi vive il presente, ma ha precluso il futuro.
Nessuno era sul posto, nessuno ha visto niente
riguardo i sospettati "è tutta brava gente";
sui veri colpevoli un oscuro silenzio
di chi vive a testa bassa e si tiene tutto dentro.
Lama
Olhares paralisados de gente apavorada.
Diante de um novo morto, um corpo sem vida.
Buscam uma pista pra descobrir o motivo
começam as investigações que não vão levar a nada.
Raiva e rancor pela nova tragédia,
de quantas mentiras os meios de comunicação vão nos inundar?
Os anos passam desde o dia do julgamento
e vem à tona o nome de quem não fez nada.
Na minha mão um punhado de terra
aperto forte, é a minha terra.
Lama sobre lama não será o futuro,
Nós sempre firmes pra aguentar!
O silêncio é ditado por medos e inseguranças
de quem vive o presente, mas já fechou as portas pro futuro.
Ninguém estava no local, ninguém viu nada
sobre os suspeitos "são todos gente boa";
sobre os verdadeiros culpados um silêncio sombrio
de quem vive de cabeça baixa e guarda tudo pra si.