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Lama

Block 11

Fango

Sguardi immobili di gente atterrita.
Davanti un nuovo morto, un corpo senza vita.
Si cerca una pista per scoprire il movente
iniziano le indagini che non porteranno a niente.
Rabbia e rancore per la nuova tragedia,
di quante menzogne ci inonderanno i media?
Passano gli anni dal giorno del processo
e viene alla luce il nome di chi nulla ha commesso.
Nella mia mano un pugno di terra
la sringo forte è la mia terra.
Fango su fango non sarà il futuro,
Noi sempre contro a tenere duro!
Il silenzio è dettato da timori e paure
di chi vive il presente, ma ha precluso il futuro.
Nessuno era sul posto, nessuno ha visto niente
riguardo i sospettati "è tutta brava gente";
sui veri colpevoli un oscuro silenzio
di chi vive a testa bassa e si tiene tutto dentro.

Lama

Olhares paralisados de gente apavorada.
Diante de um novo morto, um corpo sem vida.
Buscam uma pista pra descobrir o motivo
começam as investigações que não vão levar a nada.
Raiva e rancor pela nova tragédia,
de quantas mentiras os meios de comunicação vão nos inundar?
Os anos passam desde o dia do julgamento
e vem à tona o nome de quem não fez nada.
Na minha mão um punhado de terra
aperto forte, é a minha terra.
Lama sobre lama não será o futuro,
Nós sempre firmes pra aguentar!
O silêncio é ditado por medos e inseguranças
de quem vive o presente, mas já fechou as portas pro futuro.
Ninguém estava no local, ninguém viu nada
sobre os suspeitos "são todos gente boa";
sobre os verdadeiros culpados um silêncio sombrio
de quem vive de cabeça baixa e guarda tudo pra si.

Composição: