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Elogio à Lâmina

Blood Red Throne

Blade Eulogy

Moon's crimson glare on a dripping stone
Silent footsteps, through entrails I roam
Under a bloodied sky, desperate heartbeats
Their frenzied gasps a symphony unbound
Crunching bone, their silenced scream
To rip, to gut, in this mirrored dream

Ravenous hunger
Terror-filled eyes
Flesh ripped, the glisten of spleen
Lacerate, contaminate, convulsion

Visceral pleasure blade plunges deep
Puddle of scarlet, broken vows seep
Convulsing and lifeless
Another tally in my insatiable urge
A twisted ritual, as steel flays skin

Ravenous hunger
Terror-filled eyes
Flesh ripped, the glisten of spleen
Lacerate, contaminate, convulsion

Sharpened edge
Carving paths
Blankly staring
Ensnared in my grasp
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Torrent of red
Vicious slice
Macabre rite
There is nowhere to hide

A tableau of torment, raw and profound
Orchestra of agony, a relentless sound
Putrid perfume, the stench of the dead
Among the living, my malevolence spread

Ravenous hunger
Terror-filled eyes
Flesh ripped, the glisten of spleen
Lacerate, contaminate, convulsion

Sharpened edge
Carving paths
Blankly staring
Ensnared in my grasp

Insatiable thirst, no conscience in sight
In the feast of my dreams, I'm the bringer of night
Relishing the carnage, the rupture, the spree
In death's kingdom, I reign with glee

Torrent of red
Vicious slice
Macabre rite
There is nowhere to hide

Elogio à Lâmina

O brilho carmesim da lua em uma pedra gotejante
Passos silenciosos, através das entranhas eu vagueio
Sob um céu ensanguentado, batidas de coração desesperadas
Os suspiros frenéticos uma sinfonia sem limites
Esmagando ossos, seu grito silenciado
Rasgar, esfolar, neste sonho refletido

Fome voraz
Olhos cheios de terror
Carne rasgada, o brilho do baço
Lacerar, contaminar, convulsão

Prazer visceral, a lâmina mergulha fundo
Poça escarlate, votos quebrados escorrem
Convulsionando e sem vida
Mais uma contagem na minha ânsia insaciável
Um ritual distorcido, enquanto o aço despedaça a pele

Fome voraz
Olhos cheios de terror
Carne rasgada, o brilho do baço
Lacerar, contaminar, convulsão

Aresta afiada
Cortando caminhos
Olhando em branco
Enredado em meu aperto
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Torrent de vermelho
Corte voraz
Ritual macabro
Não há onde se esconder

Um tableau de tormento, cru e profundo
Orquestra de agonia, um som implacável
Perfume putrificado, o fedor dos mortos
Entre os vivos, minha malevolência se espalha

Fome voraz
Olhos cheios de terror
Carne rasgada, o brilho do baço
Lacerar, contaminar, convulsão

Aresta afiada
Cortando caminhos
Olhando em branco
Enredado em meu aperto

Sede insaciável, sem consciência à vista
Na festa dos meus sonhos, sou o portador da noite
Saboreando a carnificina, a ruptura, a farra
No reino da morte, eu reino com alegria

Torrent de vermelho
Corte voraz
Ritual macabro
Não há onde se esconder

Composição: