Nonagon
Into the abyss, the circles descend
Nine realms of torment
Where suffering won't end
A twisted journey, guided by dread
Lost in the shadows, despair in the air
A damned soul's lament, a never-ending nightmare
Through limbo's embrace, lust, gluttony
Down into the depths, where there's no reprieve
Treachery's cold embrace
Through the gates, where shadows weave
Nonagon spiral, no reprieve
The beast of fraud, treachery's embrace
The fallen king awaits, in a frozen waste
Betrayed and shattered, a mirrored fate
Reflections of humanity's twisted state
A labyrinth of torment, a twisted dream
Screaming whispers, lament of torture
The beast of fraud, treachery's embrace
The fallen king awaits, in a frozen waste
Betrayed and shattered, a mirrored fate
Reflections of humanity's twisted state
A maze of anguish, a contorted dream
Wailing whispers, a symphony of screams
Cerberus and minos, harbringers of fate
Charon's ferry waits, it's never too late
Wrathfull and sullen, sunk in the mire
Heretics, traitors, consumed by the fire
Frozen in ice, or scorched by the flame
Each soul finds its place in this wicked game
Beware the styx, its murky flow
A realm of wrath, a sea of woe
Watch for phlegethon, the river of fire
A fiery torrent, a desolate spire
Fraudsters and thieves, in serpent's embrace
Suffer their fate, no time to retrace
Circle by circle, the descent never ends
Onward and downward, the path descends
The beast of fraud, treachery's embrace
The fallen king awaits, in a frozen waste
Betrayed and shattered, a mirrored fate
Reflections of humanity's twisted state
A path trough pain, a nightmare twisted scheme
Murmurs of despair, a cacophony of screams
Nonágono
Para o abismo, os círculos descem
Nove reinos de tormento
Onde o sofrimento não tem fim
Uma jornada distorcida, guiada pelo medo
Perdido nas sombras, desespero no ar
O lamento de uma alma condenada, um pesadelo sem fim
Através do abraço do limbo, luxúria, gula
Descendo nas profundezas, onde não há alívio
O frio abraço da traição
Através dos portões, onde as sombras se entrelaçam
Espiral do nonágono, sem alívio
A besta da fraude, o abraço da traição
O rei caído aguarda, em um deserto congelado
Traído e despedaçado, um destino espelhado
Reflexos do estado distorcido da humanidade
Um labirinto de tormento, um sonho retorcido
Sussurros gritando, lamento de tortura
A besta da fraude, o abraço da traição
O rei caído aguarda, em um deserto congelado
Traído e despedaçado, um destino espelhado
Reflexos do estado distorcido da humanidade
Um labirinto de angústia, um sonho contorcido
Sussurros lamentando, uma sinfonia de gritos
Cérbero e Minos, arautos do destino
A balsa de Caronte espera, nunca é tarde demais
Irascível e sombrio, afundado na lama
Hereges, traidores, consumidos pelo fogo
Congelados no gelo, ou queimados pela chama
Cada alma encontra seu lugar neste jogo maligno
Cuidado com o estige, seu fluxo turvo
Um reino de ira, um mar de dor
Fique atento ao flegetonte, o rio de fogo
Um torrente flamejante, uma torre desolada
Fraudadores e ladrões, no abraço da serpente
Sofrem seu destino, sem tempo para voltar
Círculo por círculo, a descida nunca acaba
Avante e para baixo, o caminho desce
A besta da fraude, o abraço da traição
O rei caído aguarda, em um deserto congelado
Traído e despedaçado, um destino espelhado
Reflexos do estado distorcido da humanidade
Um caminho pela dor, um pesadelo de esquema retorcido
Murmúrios de desespero, uma cacofonia de gritos