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Lombrigas Moendo Lombrigas

Bloodshed

Maggots Grinding Maggots

Conserved till rotenness
Till the maggots fill the flesh
And the brain turns
To rancid fermented mess

Pus runs from punctures
Inside oesophagus

Maggots crawl into the flesh
Now a tissus shapeless mass
Funeral in morbid place
With the remains of the dead

Rotting, by my infamy
Rotting, from flesh to putrid

Dried flesh sticks to bones
And the maggots (still) devour

Maggots infest guts and stomach, they ride back the trachea,
Lungs are almost wholly devoured, insatiable human eaters
As I taste this rotted flesh, maggots enter in my mouth
Bewitched in my dementia, maggots enter in my mouth

I lick the organic gelatine
Left by the insects

Rites of Torture
I delight in flesh and blood and
Putrefaction
Of your corpse... filled with maggots

Dried flesh sticks to bones
And the maggots still devour

Putrid mass of rotenness
Repugnant Human Mess
End in glory
For such a rotten meat

What remain of my son
Still dwell in utero
Maggots escape
From its eyes

A worms infested meat
Lay in front of me

Lombrigas Moendo Lombrigas

Conservado até apodrecer
Até as lombrigas encherem a carne
E o cérebro se transformar
Em uma bagunça fermentada e podre

Pus escorre de perfurações
Dentro do esôfago

Lombrigas rastejam na carne
Agora uma massa de tecido sem forma
Funeral em lugar mórbido
Com os restos dos mortos

Apodrecendo, pela minha infâmia
Apodrecendo, da carne ao podre

Carne seca gruda nos ossos
E as lombrigas (ainda) devoram

Lombrigas infestam intestinos e estômago, elas sobem de volta pela traqueia,
Pulmões estão quase totalmente devorados, comedores humanos insaciáveis
Enquanto eu saboreio essa carne podre, lombrigas entram na minha boca
Enfeitiçado na minha demência, lombrigas entram na minha boca

Eu lambo a gelatina orgânica
Deixada pelos insetos

Ritos de Tortura
Eu me deleito em carne e sangue e
Putrefação
Do seu cadáver... cheio de lombrigas

Carne seca gruda nos ossos
E as lombrigas ainda devoram

Massa podre de apodrecimento
Repugnante Bagunça Humana
Fim em glória
Para uma carne tão podre

O que resta do meu filho
Ainda habita no útero
Lombrigas escapam
De seus olhos

Uma carne infestada de vermes
Jaz diante de mim

Composição: