Monologue Of A Vampire
...And all I am given to see,
Is shadows of a broken dream.
A bleak ruin deprived of its ancient beauty,
The world looks like,
From the eyes of immortality.
The same visions eternally flow,
Already felt emotions fill my empty shell.
I cannot live nor can I die,
I learnt to kill to survive.
I cry for my mercy lost for good,
Aimlessy walking in the hell,
Of this abused youth.
I am a vampire, condemned to suffer forever.
...For never is the day of love,
And forever is the time of pain,
O vampire, now I see,
I am too like thee.
Monólogo de um Vampiro
...E tudo que me é dado ver,
São sombras de um sonho quebrado.
Uma ruína sombria privada de sua antiga beleza,
O mundo parece,
Pelos olhos da imortalidade.
As mesmas visões fluem eternamente,
Emoções já sentidas preenchem minha casca vazia.
Não posso viver nem posso morrer,
Aprendi a matar para sobreviver.
Choro pela minha misericórdia perdida para sempre,
Caminhando sem rumo no inferno,
Dessa juventude abusada.
Sou um vampiro, condenado a sofrer para sempre.
...Pois nunca é o dia do amor,
E para sempre é o tempo da dor,
Ó vampiro, agora vejo,
Sou muito parecido contigo.