No coração da Amazônia, no imaginário caboclo
Os espirítos da cabanagem ainda vigiam
Tesouros, riquezas ou maldições
Dizem que aparecem sonho ou pesadelo
Perdidos no tempo, no leito dos rios e igarapés
Enterrados na mata, no apagar das velas
Se agarre na reza forte, acalme sua alma
Mais o frio tua espinha da cabeça aos pés
Arrepio, assobiu medo, silêncio e vazio
Avisa o povo amazônida
O melhor lugar caminho a procurar tua trilha
É não falar em ninguém
Caso contrário será maldito sem ao menos um ventém
A morte irá te perseguir, econtrar, amaldiçoar
Choram as almas, acorretandos
Mas precisam, mas precisam
O tesouro será teu
Oferecem, mas se tiver coragem