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As Ruas da Minha Vida

Booba

Les Rues de Ma Vie

Voici le metisse café crème,
L'mc capuccino criminel o m.i.c. si t pas de chez nous c dead,
Ya rien a té-gre j'suis dique de béton,
Renoi surtout manie le coup de chatte boom jack,
Touche pas dans mes affaires, touche pas dans mon flow,
Bizarre est ton son il vaut pas une paie d'livreur de pizzas,
Arrête de me cheak j'suis pas ton sosse, génération t'inkiète,
Rein ke tu pren des pépètes mais rien ke tu suces,
Hausse pas le ton quand j'ouvre le bal, des boites de stos-ba,
Les portes du bal dans ton trou de balle, arrete de taper,
Prends des euros, ce ki ne tue pas rends plus fort ou handicapés,
C'est 92 comme dab' i comme dab' vénère, j'attire la foule,
J'fait pas trop de concert en plein air, c'est racailleux,
Ya des skeuds des skuds dans mon cahier hamecon,
Canon scié dans mon calecon, c'est mort ca y est, 1er round,
Core et scalp a eu lieu dans les saloons pas dans les boums.
Les gens parlent d'amour, jte parle de cke je coné.

{refrain:}
Les gens parlent d'amour moi jte parle de cke jconé,
Les rues de ma vie, de cke jconé, moi j'sais ou je v dou je par,
Me touche pas, engagés sur le bateau les rats savent nager négro. {x2}

Eh bad boy évite la cellule, les filles évitez la cellulite,
D'affront au crépuscule g vu le sang couler en litres,
Ness beal marocain c le filtre,
Nos mères atteignent la retraite avec l'arthrite,
La vie ki fait se battre comme un fauve dans la faune,
Réussir avec des casiers troués comme la couche dozone,
Tu mange pas de gens, ca fornike for les amazones pas le droit a l'erreur,
Verbal brelic dans les chromosomes,
Prison sans murs laisse des bijoux a la fouille, issu de la mort,
Salaire de la peur un pti du crime tire sur la foule,
5 doigts sur la detente la bac part en patrouille au paysc
Plombé par la france car on te depouille,
Une balafre et ouais staf ici ya pas de shtar c'est pas les gnaoua
Mais les keufs ki nous font shtakh, i sont pillav',
Et foncent leur cadillac corbillar,
Phares eteint sur le périf decrit mon destin de banlieusard.

{au refrain}

Un verre de jack boom jack toujous opé, instinct animal trop dévellopé,
Pourkoi vouloir testé b20b tu fré mieu de te detendre
De prendre un verre o lieu de gober,
J'sais pas de mettre un pointar o lieu de lober,
Moi j'suis venu niker la france pas l'ambiance,
Reste sur la piste de danse,
J'apporte un peu de couleur comme un t100 dédicace a la 3.30
Et la dinde a la té-san. j'suis dans les sharks,
Les chars et dans les chattes batard,
On met des lames de rasoir dans ton écharpe,
Femelles et males dominant violence normal,
J'suis du parfum dans une grenade c'est boulogne tornade.

Nique les forces de l'ordre écoute
C'est le chant des 6 cylindres elles passent la frontière,
Les plakettes plankés sous la calandre,
(....) g vu la dalle cke ca engendre, nous pisse ma horde,
Ca baise pas sans gingembre,
La rue sent le dingue jamais tourné le do a une seringue,
Retire ton string jou pas les baltringues
On aime les histoires d'armes et de flingues,
On aime les histoires ou les balances se font crosser,
Garder l'honneur jusko décès, le rap na pas de succès,
Couleurcharbon c du goudron ki a dans no biberons,
Noué le dialogue impossible comme un crs sans son litron,
A chaque epoke ses pharaons, trop bouillant,
L'crime en échantillon, la rage je saigne depuis ke jsuis embryon

As Ruas da Minha Vida

Aqui está o café crème,
O mc cappuccino criminoso, se você não é da nossa, tá morto,
Não tem nada a te dar, sou feito de concreto,
Negão, principalmente, manja do golpe, boom jack,
Não mexe nos meus negócios, não mexe no meu flow,
Estranho é seu som, não vale nem o salário de um entregador de pizza,
Para de me checar, não sou seu sócio, geração, relaxa,
Só que você pega grana, mas só que você chupa,
Não eleva o tom quando eu abro a festa, de caixas de drogas,
As portas da festa no seu buraco, para de bater,
Pega uns euros, o que não te mata te deixa mais forte ou aleijado,
É 92 como sempre, eu como sempre, irritado, atraio a multidão,
Não faço muitos shows ao ar livre, é meio marginal,
Tem uns sons, uns skuds no meu caderno,
Fuzil serrado na minha cueca, é isso, primeiro round,
Core e scalp aconteceram nos saloons, não nas festas.
As pessoas falam de amor, eu te falo do que eu conheço.

{refrão:}
As pessoas falam de amor, eu te falo do que eu conheço,
As ruas da minha vida, do que eu conheço, eu sei pra onde vou, de onde venho,
Não me toca, engajados no barco, os ratos sabem nadar, negão. {x2}

Eh bad boy, evita a cela, as meninas, evitem a celulite,
De frente ao crepúsculo, vi o sangue jorrando em litros,
Ness beal marroquino, é o filtro,
Nossas mães chegam à aposentadoria com artrite,
A vida que faz lutar como uma fera na selva,
Ter sucesso com antecedentes criminais como a camada de ozônio,
Você não come gente, isso fode para as amazonas, não tem direito a erro,
Verbal brelic nos cromossomos,
Prisão sem muros deixa joias na revista, vindo da morte,
Salário do medo, um pouco do crime atira na multidão,
5 dedos no gatilho, a polícia sai em patrulha no país,
Sobrecarregado pela França, porque te depenam,
Uma cicatriz, e aí, staf, aqui não tem shtar, não é os gnaoua,
Mas os policiais que nos fazem shtakh, eles são pilantras,
E aceleram suas cadillacs,
Faróis apagados no perímetro, descrevem meu destino de subúrbio.

{no refrão}

Um copo de jack boom jack, sempre pronto, instinto animal muito desenvolvido,
Por que querer testar b20b, é melhor você relaxar,
Tomar um copo ao invés de engolir,
Não sei, colocar um ponto ao invés de lamparinar,
Eu vim para foder a França, não a vibe,
Fica na pista de dança,
Trago um pouco de cor como um t100, dedicatória à 3.30,
E a peru na té-san. tô nos tubarões,
Nos tanques e nas fêmeas, seu filho da puta,
Colocamos lâminas de barbear no seu cachecol,
Fêmeas e machos dominantes, violência normal,
Sou perfume em uma granada, é Boulogne tornado.

Foda-se as forças da ordem, escuta,
É o canto dos 6 cilindros, elas passam a fronteira,
As placas grudadas sob a grade,
(...) vi a fome, o que isso gera, nós mijamos minha horda,
Não rola sem gengibre,
A rua cheira a doido, nunca virei o dedo para uma seringa,
Tira sua calcinha, não jogue com os fracos,
A gente gosta de histórias de armas e de tiros,
A gente gosta de histórias onde os traidores se ferram,
Manter a honra até a morte, o rap não tem sucesso,
Cor de carvão, é asfalto que temos nos nossos biberões,
Amarrar o diálogo impossível como um crs sem seu litrão,
A cada época seus faraós, muito quente,
O crime em amostra, a raiva, eu sangro desde que sou embrião.

Composição: