Caminos Rectos
Llovía a fuego lento
Y quemaban los atajos de vez en cuando se podía volver a soñar
Caminitos rectos abundante de pitufos
Poesías alquitranadas en licor de arroz
Amenizando mi existencia, con palabras boludas y demencia
Propenso a la indiferencia, aficionado a la libertad
La confusión experimental
La lucidez es ornamental vistiéndonos bien para ir
Siempre al mismo lugar
Aspiro a no golpearme la cabeza cuando me escape del rincón
Que existe debajo de la mesa
Amenizando mi existencia
Con palabras boludas y demencia
Propenso a la indiferencia, aficionado a la libertad
En un bucle en espiral chocando siempre y vuelvo a comenzar
Conspirando a favor del que no quiere avanzar
Siempre aspirando a no golpearnos la cabeza antes que se cierre el telón
Y culmine la función
estradas retas
Choveu surgido
E eles queimaram atalhos ocasionalmente poderia sonhar novamente
trajectórias rectas abundantes de pitufos
Poesias arroz alcatrão licor
Animando minha existência, com boludas palavras e demência
Propensas a indiferença, Amante de liberdade
A confusão experimental
Lucidez é a roupa ornamental nós bom para ir
Sempre no mesmo lugar
Eu aspiro para não bater minha cabeça quando eu escapar do canto
Há debaixo da mesa
Animando minha existência
Com boludas palavras e demência
Propensas a indiferença, Amante de liberdade
Eu enrolado em um loop e eu sempre cair de volta para começar
Conspirar em favor dos que não deseja mover
Sempre que ele aspira a não bater-nos a cabeça antes que os fecha cortina
E para completar a função
Composição: Fernando Báez / Rodrigo Benítez / Tonny Maldonado