Reparando Sudokus
Me pierdo en tu vanidad, y me divierte la obscenidad
No me encuentro ni me hallo los feriados
Destornillar para desarmar, tu egoísmo, tu falsa soledad
Psicópatas queriendo aparentar
Que en sus cabezas la virtud se asemeje a la locura
Demencia con sabor a menta
Inflando globitos para desairar
Lo poco que te queda de paciencia
De cordura, de inocencia
Reparando sudokus, domingos de siesta
Con una pijama y en chancletas, frente a tu puerta esperas
Que en sus cabezas la virtud se asemeje a la locura
Demencia con sabor a menta
Que en sus cabezas la virtud se asemeje a la locura
Demencia con sabor a canela
Que en sus cabezas la virtud se asemeje a la locura
Demencia con sabor a menta
Que en sus cabezas la virtud se asemeje a la locura
Demencia con sabor a canela
Reparando Sudokus
Eu me perco na sua vaidade, e eu gosto de obscenidade
Eu não me encontro ou as férias
Desaparafique para desarmar, seu egoísmo, sua falsa solidão
Psicopatas que desejam aparecer
A virtude em suas cabeças se assemelha a loucura
Demência com sabor a hortelã
Inflando balões para desprezar
O pouco que você deixou de paciência
De sanidade, de inocência
Reparando sudokus, siesta de domingo
Com pijama e flip-flops, na frente da sua porta, espera
A virtude em suas cabeças se assemelha a loucura
Demência com sabor a hortelã
A virtude em suas cabeças se assemelha a loucura
Demência com sabor a canela
A virtude em suas cabeças se assemelha a loucura
Demência com sabor a hortelã
A virtude em suas cabeças se assemelha a loucura
Demência com sabor a canela
Composição: Fernando Báez