Dejame entrar
Henos aquí esta vez,
Con nuestras ganas de habitar donde el silencio,
Edifica lo vacío.
Luego canción,
Para dejarte otro mutismo ahora preñado,
Escogiendo tus olvidos.
Que agonía tan sincera
Pretenderse primavera,
Aunque afuera otra estación
Quema……….
Déjame entrar,
Déjame entrar,
Que la guitarra quiere soñar.
Vuelvo a arremeter
Sobre otra arista que quedó desafilada
Oxidada por el tiempo.
Debes saber,
Quizás alguna de estas voces tenga el verso
Que te reclama alma y cuerpo.
Anda boca no te calles,
Anda corazón palpita,
Mientras quede aliento grita…
Déjame entrar,
Déjame entrar que la guitarra quiere soñar.
Deixe-me entrar
Aqui estamos desta vez,
Com nossa vontade de habitar onde o silêncio,
Constrói o vazio.
Depois uma canção,
Para te deixar outro silêncio agora carregado,
Escolhendo suas lembranças.
Que agonia tão sincera
Tentar ser primavera,
Embora lá fora outra estação
Queima……….
Deixe-me entrar,
Deixe-me entrar,
Que a guitarra quer sonhar.
Volto a atacar
Sobre outra aresta que ficou sem corte
Oxidada pelo tempo.
Você deve saber,
Talvez alguma dessas vozes tenha o verso
Que te clama alma e corpo.
Vai, boca, não se cale,
Vai, coração, palpita,
Enquanto houver fôlego, grita…
Deixe-me entrar,
Deixe-me entrar que a guitarra quer sonhar.