Jóven Fígaro
Me llaman Camilo y el gusto es tuyo
Mi mundo es una guantera vacía
Quiero tocar tus fosas marianas
Y llevarte a una playa en Herzegovina
Tu cuerpo y el mío es efecto ganzfeld
Y las placas tectónicas no te escuchan
Los lunes me llaman Andrés caicedo
Los viernes me dicen viejo patiño
Viajemos a Marte en clase turista
Que vos sos Pucca yo soy tu Garu
Tengamos un hijo que sea nihilista
Y me miras me conviertes en ozaru
Follemos de fondo las bodas de
Fígaro, Fígaro, Fígaro, Fígaro
Que mi alma es negra y la vida racista
Y vos sos el vacío, yo soy el guaro
Santificado sea leviatán
Renací de la etapa de feudalismo
Tira mis cenizas en un volcán
Te espero con Buda en el microcosmo
Beso con dulzura la sal de tus lágrimas
Hoy somos poemas, mañana seguro seremos dos animas
Que ganas de vos, ¿pero qué gano yo?
Que ganas de vos, ¿pero qué gano yo?
Que ganas de vos, ¿pero qué gano yo?
Jovem Fígaro
Me chamam de Camilo e o prazer é seu
Meu mundo é um porta-luvas vazio
Quero tocar suas fossas marianas
E te levar para uma praia em Herzegovina
Seu corpo e o meu são efeito ganzfeld
E as placas tectônicas não te ouvem
Às segundas-feiras me chamam de Andrés Caicedo
Às sextas-feiras me chamam de velho Patiño
Vamos viajar para Marte em classe econômica
Você é a Pucca e eu sou o seu Garu
Vamos ter um filho que seja niilista
E quando você me olha, me transformo em ozaru
Fodamos ao som das bodas de
Fígaro, Fígaro, Fígaro, Fígaro
Porque minha alma é negra e a vida é racista
E você é o vazio, eu sou o guaro
Santificado seja Leviatã
Renasci da era feudal
Jogue minhas cinzas em um vulcão
Te espero com Buda no microcosmo
Beijo com doçura o sal das suas lágrimas
Hoje somos poemas, amanhã com certeza seremos duas almas
Que vontade de você, mas o que eu ganho com isso?
Que vontade de você, mas o que eu ganho com isso?
Que vontade de você, mas o que eu ganho com isso?