Brillo Cósmico
Llaman idiota al que siente
Y siente el que alma porta
Cree el insensible, el inmortal
Él no es viviente
Si no sentís lo que transmitís
No genera
Si no genera no queda
Si no queda no funca
Trepemos un poco más alto
Solo sintamos el frío en el cuello
Escucha ese gatillar que te atormenta
Entiende que se volvió eco
Y si la noche te asusta, mira el brillo cósmico
Interestelar titilar del astro
Que el día no incinere dice algo bueno de la noche
Muestra lo original de su oscuridad (de su oscuridad)
Si te da miedo lo nuevo
Lo perfecto de la otredad
Que sabe de todo
Vos ves lo invisible
Y si la noche te asusta mira el brillo cósmico
Interestelar titilar del astro
Que el día no incinere dice algo bueno de la noche
Muestra lo original de su oscuridad (de su oscuridad)
Brilho Cósmico
Chamam de idiota quem sente
E sente aquele que carrega a alma
O insensível acredita, o imortal
Ele não é vivente
Se não sente o que transmite
Não gera
Se não gera não fica
Se não fica não funciona
Vamos subir um pouco mais alto
Apenas sintamos o frio no pescoço
Escute aquele clique que te atormenta
Entenda que se tornou eco
E se a noite te assusta, olhe o brilho cósmico
Cintilar interestelar do astro
Que o dia não incinera diz algo bom sobre a noite
Mostra a originalidade de sua escuridão (de sua escuridão)
Se tem medo do novo
Da perfeição da alteridade
Que sabe de tudo
Você vê o invisível
E se a noite te assusta, olhe o brilho cósmico
Cintilar interestelar do astro
Que o dia não incinera diz algo bom sobre a noite
Mostra a originalidade de sua escuridão (de sua escuridão)
Composição: Adela Arengo, Itay Muslera