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Olho da Agulha

Buty

Uchem Jehly

Provliknu nit uchem jehly v kupce sena
na louce blizko lesa, ve kterem bzuci divoky hmyz.
Kolem nejstarsiho stromu s tlustou vetvi,
pres kterou je prehozeny lyzar, co jel v zime
na navstevu temnou noci k nam.

Hvezdy mu na cestu svitily,
les byl tajemny, vrhal stiny.
Na zemi i na stromech
bazilisci strasili.

Nebyli jsme doma a nikoho jsme necekali.
Behali jsme v lese a lovili jsme bobriky
a nebyt nas, tak by ho nekdy jindy
stejne trefil slak.

Hvezdy mu na cestu svitily,
les byl tajemny, vrhal stiny.
Na zemi i na stromech
bazilisci strasili.

Olho da Agulha

Puxei a linha no olho da agulha no feno
na grama perto da floresta, onde zumbem os insetos selvagens.
Ao redor da árvore mais velha com um tronco grosso,
por onde um esquiador passou, que desceu no inverno
para nos visitar numa noite escura.

As estrelas iluminavam seu caminho,
a floresta era misteriosa, projetava sombras.
No chão e nas árvores
basiliscos assustavam.

Não estávamos em casa e não esperávamos ninguém.
Corríamos pela floresta e caçávamos castores
e se não fôssemos nós, em outra hora
ele teria sido pego de qualquer jeito.

As estrelas iluminavam seu caminho,
a floresta era misteriosa, projetava sombras.
No chão e nas árvores
basiliscos assustavam.

Composição: