Consumed Flesh
Wild sharp blades open lips of flesh
Gush of scarlet blood and pour on the outside
Vital organs come out of the corpse
Now devoid of vital energy become flabby
On the ground coveredwith lots of worms hungry of human flesh
The corpse supported by meathooks
Putrefys the air becoming stifling
The worms nourish of entrails
And infest every internal cavity
Of corpse swelling it
The corpse now in putrefaction
Raise layes of greenish skin
Explosions of boiling gastric acids
Raise craters that vomit corrosive liquids
Slow rives of pus pour out of every
Laceration carryng bit of flesh
With revolting insects
Made from the putrid fermentation
The ground is a basin
Full of jelly-like
Sweet of smelling mush
Colour of vomit blood brain
Dressed with
Worms pus an liquid
Secretion from
The carcase
Protagonist
Of weakness of life
Death consume the carcase
Undressing it from the filth
Cleaning it from lived depravations
Let shine in putrefaction
The white skeleton now free.
Carne Consumida
Lâminas afiadas abrem lábios de carne
Jorram sangue escarlate e escorrem para fora
Órgãos vitais saem do cadáver
Agora sem energia vital, ficam moles
No chão coberto de vermes famintos de carne humana
O cadáver sustentado por ganchos de carne
Putrefaz o ar, tornando-o sufocante
Os vermes se alimentam das entranhas
E infestam cada cavidade interna
Do cadáver, inchando-o
O cadáver agora em putrefação
Levanta camadas de pele esverdeada
Explosões de ácidos gástricos ferventes
Criam crateras que vomitam líquidos corrosivos
Rios lentos de pus escorrem de cada
Laceração, carregando pedaços de carne
Com insetos revoltantes
Feitos da fermentação podre
O chão é uma bacia
Cheia de uma gosma gelatinosa
Doce cheiro de mingau
Cor de vômito, sangue e cérebro
Vestido com
Vermes, pus e líquido
Secreção do
Cadáver
Protagonista
Da fraqueza da vida
A morte consome o cadáver
Desnudando-o da sujeira
Limpando-o das depravações vividas
Deixando brilhar na putrefação
O esqueleto branco agora livre.