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Vivo Preso

Los Cadetes de Linares

Vivo Preso

Yo no puedo vivir del recuerdo porque sola mi mente se agita
Cuando pienso que amé con locura a una joven mujer muy bonita

La traición que se esconde en el alma
No es posible que puedas mirar
Solo ves cuando tu alma perdida convertida ya está en criminal

Yo maté por amor, me arrepiento
Ya es muy tarde: Me dijo el jurado
Hay mil casos del hombre que mata, cuando hay celos está enamorado

Yo escuché con temor mi sentencia
Lo confieso sentí que me hundía
Y no pude tenerle clemencia a quién nunca por mi la sentía

Voy por vida a las Islas Marías
Yo maté y es muy grave el delito
Es muy triste matar a quien quieres
Pa' matar no hay razón el delito

Se dictó mi sentencia aceptada
Vivo preso llorando mi pena
Y maldigo querer como quise
A quién nunca conmigo fue buena

Vivo Preso

Eu não consigo viver da lembrança porque só a minha mente se agita
Quando penso que amei com loucura uma jovem mulher muito bonita

A traição que se esconde na alma
Não é possível que você possa ver
Só enxerga quando sua alma perdida já se tornou criminosa

Eu matei por amor, me arrependo
Já é tarde demais: disse o júri
Há mil casos de homens que matam, quando há ciúmes estão apaixonados

Eu ouvi com medo minha sentença
Confesso que senti que ia afundar
E não pude ter clemência por quem nunca sentiu por mim

Vou passar a vida nas Ilhas Marías
Eu matei e é um crime muito grave
É muito triste matar quem se ama
Pra matar não há razão, é um crime

Foi dada minha sentença aceita
Vivo preso chorando minha dor
E amaldiçoo querer como quis
A quem nunca foi boa comigo

Composição: Raul Garcia Ramirez