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Sem Paciência

Callejeros

Sin Paciencia

Entre tanta ciudad oculta
(uno ve lo que quiere ver),
Si no hay mamis,
Si hay sueños secos,
Te metés sin paciencia, otra vez.

Bajo el mismo cielo argentino
Él rey roba mejor que vos.
Él desciende de lo divino,
Va a la tele y se toma la mejor.

Infernales noches gritan abajo
(un diablillo enfermo, sólo enferma más).
La intranquilidad de los que sufren,
Un volcán a punto de estallar.

Da terror el terrorismo
Del que ahorca al que no da más.
Cuando ni estés contra las cuerdas,
Cuando tu rabia sea sorda y muerda.
Vas a volver a mendigar,
Vas a volver a arrebatarte más.
Cuando no encuentres qué tomar
Vas sin paciencia una vez más.

Sem Paciência

Entre tanta cidade escondida
(um vê o que quer ver),
Se não tem mães,
Se tem sonhos secos,
você entra sem paciência, de novo.

Sob o mesmo céu argentino
O rei rouba melhor que você.
Ele desce do divino,
vai pra TV e pega o melhor.

Noites infernais gritam lá embaixo
(um diabinho doente, só piora mais).
A inquietude dos que sofrem,
um vulcão prestes a explodir.

Dá medo o terrorismo
De quem enforca quem não aguenta mais.
Quando você estiver contra as cordas,
Quando sua raiva for surda e morder.
Você vai voltar a mendigar,
você vai voltar a se arrebatar mais.
Quando não encontrar o que beber
Você vai sem paciência mais uma vez.

Composição: Pato Fontanet