El Sueño Acabó
Como cualquiera que se esconde y pierde al caminar/
un ser anonimo que se confunde buscando una razón.
Sueño despierto, invento y cuento historias de soledad /
asi perdido sigo pero nunca dejo de soñar.
En alcanzar
alguna vez
mi libertad.
Quiero tener tu nombre ser como el hombre
que busca el silencio en su ser, / que siente el susurro de mil gargantas,
que gritan al amanecer, otra vez, otra vez, otra vez
Sigo por la ciudad. / vago sin pensar
escondo mis sueños / sin contarlo me reprimo...
Solo busco...
Quiero tener tu nombre ser como el hombre
que busca el silencio en su ser, / que siente el susurro de mil gargantas,
que gritan al amanecer, otra vez, otra vez, otra vez
Como cualquiera que se esconde y pierde al caminar/
un ser anonimo que se confunde buscando una razón.
Sueño despierto, invento y cuento historias de soledad /
asi perdido sigo pero nunca dejo de soñar.
En alcanzar
alguna vez
mi libertad.
Quiero tener tu nombre ser como el hombre
que busca el silencio en su ser, / que siente el susurro de mil gargantas,
que gritan al amanecer, otra vez, otra vez, otra vez
Sigo por la ciudad. / vago sin pensar
escondo mis sueños / sin contarlo me reprimo...
Solo busco...
Quiero tener tu nombre ser como el hombre
que busca el silencio en su ser, / que siente el susurro de mil gargantas,
que gritan al amanecer, otra vez, otra vez, otra vez
O Sonho Acabou
Como qualquer um que se esconde e se perde ao andar/
um ser anônimo que se confunde buscando uma razão.
Sonho acordado, invento e conto histórias de solidão /
assim perdido sigo, mas nunca deixo de sonhar.
Em alcançar
alguma vez
minha liberdade.
Quero ter seu nome, ser como o homem
que busca o silêncio em seu ser, / que sente o sussurro de mil gargantas,
que gritam ao amanhecer, mais uma vez, mais uma vez, mais uma vez
Sigo pela cidade. / vago sem pensar
escondo meus sonhos / sem contar, me reprimo...
Só busco...
Quero ter seu nome, ser como o homem
que busca o silêncio em seu ser, / que sente o sussurro de mil gargantas,
que gritam ao amanhecer, mais uma vez, mais uma vez, mais uma vez
Como qualquer um que se esconde e se perde ao andar/
um ser anônimo que se confunde buscando uma razão.
Sonho acordado, invento e conto histórias de solidão /
assim perdido sigo, mas nunca deixo de sonhar.
Em alcançar
alguma vez
minha liberdade.
Quero ter seu nome, ser como o homem
que busca o silêncio em seu ser, / que sente o sussurro de mil gargantas,
que gritam ao amanhecer, mais uma vez, mais uma vez, mais uma vez
Sigo pela cidade. / vago sem pensar
escondo meus sonhos / sem contar, me reprimo...
Só busco...
Quero ter seu nome, ser como o homem
que busca o silêncio em seu ser, / que sente o sussurro de mil gargantas,
que gritam ao amanhecer, mais uma vez, mais uma vez, mais uma vez