Todos de Negro
Tan solo busco sentirme vivo
Y solo inspiro lo que pueda cantar
Entonces sigo, ciego y maldito
Por el camino que me pueda llevar
Arde mi sangre con tanta hambre
Que a tus mentiras se quiere devorar
Perdido, caído, a punto de quebrar
En tus sueños arde corazón cobarde que no pudiste liberar
Son tu medicina esas viejas mentiras que disfrazan tu vanidad
Baila en el misterio de ese oscuro miedo del que no podés despertar
Como los cuervos, todos de negro, en las penumbras de esta fría verdad
Son vagabundos en este mundo que marchan porque nunca van a encajar
No son benditos, son los delitos, son las resacas de esta puta sociedad
La lucha es mucha y nunca parará
En tus sueños arde corazón cobarde que no pudiste liberar
Son tu medicina esas viejas mentiras que disfrazan tu vanidad
Baila en el misterio de ese oscuro miedo del que no podés despertar
Todos de Preto
Só busco sentir que tô vivo
E só respiro o que posso cantar
Então sigo, cego e amaldiçoado
Pelo caminho que me levar
Arde meu sangue com tanta fome
Que suas mentiras querem devorar
Perdido, caído, prestes a quebrar
Em seus sonhos arde coração covarde que não conseguiu se libertar
São sua medicina essas velhas mentiras que disfarçam sua vaidade
Dança no mistério desse medo sombrio do qual não consegue acordar
Como os corvos, todos de preto, nas sombras dessa fria verdade
São vagabundos nesse mundo que marcham porque nunca vão se encaixar
Não são benditos, são os delitos, são as ressacas dessa puta sociedade
A luta é intensa e nunca vai parar
Em seus sonhos arde coração covarde que não conseguiu se libertar
São sua medicina essas velhas mentiras que disfarçam sua vaidade
Dança no mistério desse medo sombrio do qual não consegue acordar
Composição: Diego Rey Arroyo