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Sem Solução (com Desperdícios)

Cantega de Macao

Sin Solución (con Deshechos)

Vivo en un mundo perdido que no lo consigo:
por más que me aplico no encuentro el camino.
Será mi egoísmo, será mi destino,
pero no encuentro el sentido.

Y es el terror que baja por mi cuerpo,
que me oscurece y se mete por dentro,
que se restriega y siempre jodiendo, y siempre doliendo.

Y siempre la misma canción, siempre la misma canción
ay! sin solución, siempre la misma canción.
Siempre, siempre, sin solución.

Y así es la vida del emigrante:
siempre surcando por tierra extraña,
difícil en España tirar palante,
nadie mira de frente entre tanta gente.

Y es que no lo puedo comprender,
(que nada, me sale bien)
y es que no lo puedo comprender

Y oralele! Juanito dale! No se sienten a descansar,
no se rindan! no se venzan! el baile no ha hecho más que comenzar.
Un planeta hecho conversación, suenan palabras dsd un mismo cielo,
un lenguaje para todos los pueblos, un mismo mar y una misma selva;

aquí es aquí, allá es allá, un indio en el centro social,
un insumiso de la comunidad de cada barrio de cada ciudad;
aquí es aquí, allá es allá, no se rindan! no se venzan!
no se sienten a descansar!!

Escuchaló! sienteló! muévelo!
estos son los ritmos que me salen del corazón

Y siempre la misma canción, siempre la misma canción
ay! sin solución, siempre la misma canción.
Siempre, siempre, sin solución.

Sem Solução (com Desperdícios)

Vivo em um mundo perdido que não consigo entender:
por mais que me esforce, não encontro o caminho.
Será meu egoísmo, será meu destino,
mas não encontro o sentido.

E é o terror que desce pelo meu corpo,
que me escurece e se infiltra por dentro,
que se esfrega e sempre atrapalhando, e sempre doendo.

E sempre a mesma canção, sempre a mesma canção
ai! sem solução, sempre a mesma canção.
Sempre, sempre, sem solução.

E assim é a vida do imigrante:
sempre navegando por terras estranhas,
difícil na Espanha seguir em frente,
ninguém olha de frente entre tanta gente.

E é que não consigo entender,
(que nada, dá certo pra mim)
e é que não consigo entender.

E oralele! Juanito, vai! Não se sentem pra descansar,
não se rendam! não se deixem vencer! a dança só começou.
Um planeta feito de conversa, soam palavras de um mesmo céu,
um idioma para todos os povos, um mesmo mar e uma mesma selva;

aqui é aqui, lá é lá, um índio no centro social,
um insubmisso da comunidade de cada bairro de cada cidade;
aqui é aqui, lá é lá, não se rendam! não se deixem vencer!
não se sentem pra descansar!!

Escutem! sintam! movam-se!
esses são os ritmos que saem do meu coração.

E sempre a mesma canção, sempre a mesma canção
ai! sem solução, sempre a mesma canção.
Sempre, sempre, sem solução.

Composição: