Amo Lo Extraño
Amo a un extaño, desde hoy, desde ayer,
Desde el cielo, a los subterráneos.
Amo lo extraño, sin razón, sin porqué,
No haré bien, ni tampoco daño.
No quiero arruinarlo, volverlo a hacer.
No quiero volverte a ver.
Desde hace años, desde un tren a otro tren,
Desde un rey, hasta un operario.
En los extraños, puedo hallar, puedo ver,
El fulgor de lo imaginario.
No, no, no me búsques, ya no estaré.
No quuiero volverte a ver.
Déjame, compréndeme, no hay nada planeado que quiera hacer.
Estoy entregada a un amor sin vos, sin cara, sin religión.
No te quiero conocer, no digas tu nombre ya no estaré.
Estoy entregada a un amor sin vos.
No, no, no me búsques, ya no estaré.
No quuiero volverte a ver.
Déjame, compréndeme, no hay nada planeado que quiera hacer.
Estoy entregada a un amor sin vos, sin cara, sin religión.
No te quiero conocer, no digas tu nombre ya no estaré.
Estoy entregada a un amor sin vos.
Amo a un extaño, desde hoy, desde ayer,
Desde el cielo, a los subterráneos.
Amo lo extraño, sin razón, sin porqué,
No haré bien, ni tampoco daño.
No quiero arruinarlo, volverlo a hacer.
No quiero volverte a ver
Amo o Estranho
Amo um estranho, desde hoje, desde ontem,
Do céu, aos subterrâneos.
Amo o estranho, sem razão, sem porquê,
Não farei bem, nem também mal.
Não quero estragar, refazer.
Não quero te ver de novo.
Desde há anos, de um trem a outro trem,
De um rei, até um operário.
Nos estranhos, posso encontrar, posso ver,
O brilho do imaginário.
Não, não, não me procure, já não estarei.
Não quero te ver de novo.
Deixa eu, me entende, não há nada planejado que eu queira fazer.
Estou entregue a um amor sem você, sem rosto, sem religião.
Não quero te conhecer, não diga seu nome, já não estarei.
Estou entregue a um amor sem você.
Não, não, não me procure, já não estarei.
Não quero te ver de novo.
Deixa eu, me entende, não há nada planejado que eu queira fazer.
Estou entregue a um amor sem você, sem rosto, sem religião.
Não quero te conhecer, não diga seu nome, já não estarei.
Estou entregue a um amor sem você.
Amo um estranho, desde hoje, desde ontem,
Do céu, aos subterrâneos.
Amo o estranho, sem razão, sem porquê,
Não farei bem, nem também mal.
Não quero estragar, refazer.
Não quero te ver de novo.