Povestiri Din Garã
Ploua-ncet, stau in gara
Ochii simt ca ma dor
Ganduri ramase de-aseara
Parfumul din coridor
Povestea-i de-o pensie lunara
Un ceas batea tot mai trist
Stiam ca e ultima oara
Absurdul din nou a invins
Ochii mei pe-o linie moarta
Rataceau cautand clandestin
Trenuri ce nu sunt pe harta
Linii ce-nseamna destin
Trenuri ce pleaca, nu vin
Si anii ce s-au scurs de ieri
Doi tigani cantau din vioara
Cineva-mi oferea aspirine
Toti vorbeau razand intr-o doara
Eu voiam sa le spun despre tine
Ma gandeam numai la tine
Povesteam de problema agrara
Eu plangeam ei radeau, ce ciudat
Iar tiganii cantau din vioara
Cantecul lor preferat, cantecul lor neuitat
Si anii ce s-au scurs de ieri
Trec tiganii cantecul lor ascult
Sparg paharul, vreau sa te uit!
Trec tiganii cantecul lor ascult
Sparg paharul, vreau sa te uit!
Trec tiganii cantecul lor ascult
Sparg paharul, vreau sa te uit!
Trec tiganii cantecul lor ascult
Sparg paharul, vreau sa te uit!
Histórias da Estação
Chovia devagar, estou na estação
Os olhos sentem dor
Pensamentos que ficaram de ontem
O perfume do corredor
A história é de uma lua cheia
Um relógio batia cada vez mais triste
Sabia que era a última vez
O absurdo venceu de novo
Meus olhos em uma linha morta
Perdiam-se buscando clandestinamente
Trens que não estão no mapa
Linhas que significam destino
Trens que partem, não voltam
E os anos que se passaram desde ontem
Dois ciganos tocavam violino
Alguém me oferecia aspirinas
Todos falavam rindo à toa
Eu queria contar sobre você
Só pensava em você
Falávamos sobre a questão agrária
Eu chorava, eles riam, que estranho
E os ciganos tocavam violino
A canção deles preferida, a canção que não esquecem
E os anos que se passaram desde ontem
Os ciganos passam, ouço a canção
Quebro o copo, quero te esquecer!
Os ciganos passam, ouço a canção
Quebro o copo, quero te esquecer!
Os ciganos passam, ouço a canção
Quebro o copo, quero te esquecer!
Os ciganos passam, ouço a canção
Quebro o copo, quero te esquecer!