Déjame (part. Alberto Podestá)
Déjame
No quiero verte, nunca más
Déjame
Que trate de vivir en paz
No digas que ya estoy
Borracho como ayer
Más dañó que el alcohol
Me hicieron las angustias
Y la pena de querer
Mi copa llena está
De olvido y de ilusión
Y en ella quiero hundir
Mi desesperación
Déjame
Que el verte me hace mucho mal
Déjame
Que ya no puedo más
Deslumbrado, te amé
Cómo se ama una vez
Y tu vida y mi amor
En un sueño enterré
Y hoy ya ves
Pero déjame
No quiero verte nunca más
Déjame
Que trate de vivir en paz
Las sombras de tus ojos
El rojo de tus labios
El fuego de tus brazos
Se funden en el vino
Con destellos de puñal
Inútil es huir
De tu fascinación
Inútil es pedir
Olvido al corazón
Ven aquí
Que quiero verte, junto a mí
Bésame
Sin ti no sé vivir
Deixa eu ir (part. Alberto Podestá)
Deixa eu ir
Não quero te ver, nunca mais
Deixa eu ir
Pra eu tentar viver em paz
Não diga que já estou
Bêbado como ontem
Mais que o álcool, me feriram
As angústias
E a dor de amar
Meu copo tá cheio
De esquecimento e ilusão
E nele quero afundar
Minha desesperação
Deixa eu ir
Te ver me faz muito mal
Deixa eu ir
Que já não aguento mais
Deslumbrado, te amei
Como se ama uma vez
E sua vida e meu amor
Num sonho eu enterrei
E hoje, já vê
Mas deixa eu ir
Não quero te ver nunca mais
Deixa eu ir
Pra eu tentar viver em paz
As sombras dos seus olhos
O vermelho dos seus lábios
O fogo dos seus braços
Se misturam no vinho
Com reflexos de punhal
É inútil fugir
Da sua fascinação
É inútil pedir
Esquecimento ao coração
Vem aqui
Que eu quero te ver, junto a mim
Me beija
Sem você não sei viver