Pato Alegre (part. Oscar Serpa)
Pato alegre que vas por la vida
Vivoreando entre placeres
Entre risas y farras corridas
Y caricias de mujeres
Pero tras de tu loca alegría
No podés disimular
Una pena que amarga tus días
Y reis para olvidar
El pato alegre
Dicen al verte pasar
Más no comprenden
Que sabes también llorar
Seguí ocultando
Tras de tu risa el dolor
Seguí escondiendo
Aquel maldecido amor
Hoy comprendes
Que llegan los años
Y al nevar sobre tus sienes
Honda pena, dolor, desengaño
Del pasado solo tienes
Sigue, sigue bebiendo tu vino
Para que filosofar
Si fue un sueño de amor
Tu destino
Bebe y trata de olvidar
Pato Alegre (part. Oscar Serpa)
Pato alegre que vai pela vida
Vivendo entre prazeres
Entre risadas e festas sem fim
E carícias de mulheres
Mas por trás da sua louca alegria
Não consegue disfarçar
Uma dor que amarga seus dias
E ri pra tentar esquecer
O pato alegre
Dizem ao te ver passar
Mas não entendem
Que você também sabe chorar
Continue escondendo
Atrás do seu riso a dor
Continue disfarçando
Aquele amor maldito
Hoje você entende
Que os anos estão chegando
E ao nevar sobre suas têmporas
Profunda dor, sofrimento, desilusão
Do passado só restou
Siga, siga bebendo seu vinho
Pra que filosofar
Se foi um sonho de amor
Seu destino
Beba e tente esquecer
Composição: Alberto Ballestero