Siempre Más (part. Oscar Serpa)
Dejé en sus manos blancas
Mis ilusiones
Matando tus antojos
Mis esperanzas
Para quererla tuve
Cien corazones
Porque uno me da poco
Para adorarla
Murieron en sus manos
Mis ilusiones
Mataron sus antojos
Mis esperanzas
Y yo sigo teniendo
Cien corazones
Que espera una limosna
Que no me alcanzan
¿De qué pasta estoy hecho, Señor?
Si a pesar de saber la verdad
Voy pagando en monedas, mi amor
Esta vida sin fe, que me da
¿De qué pasta estoy hecho?
Si soy
Detrás de ella, una sombra fugaz
Y a pesar de saberlo, le doy
Siempre más
Siempre paz
Siempre más
Sempre Mais (part. Oscar Serpa)
Deixei em suas mãos brancas
Minhas ilusões
Matando seus desejos
Minhas esperanças
Para amá-la eu tive
Cem corações
Porque um só não é suficiente
Para adorá-la
Morreram em suas mãos
Minhas ilusões
Mataram seus desejos
Minhas esperanças
E eu sigo tendo
Cem corações
Que esperam uma esmola
Que não me bastam
Do que sou feito, Senhor?
Se apesar de saber a verdade
Vou pagando em moedas, meu amor
Essa vida sem fé, que me dá
Do que sou feito?
Se sou
Atrás dela, uma sombra passageira
E apesar de saber disso, eu dou
Sempre mais
Sempre paz
Sempre mais
Composição: Juan Andrés Bruno