La Mariposa
No es que este arrepentido
de haberte querido tanto,
lo que me apena es tu olvido
y tu traición
me sume en amargo llanto;
si vieras, estoy tan triste
que canto por no llorar;
si para tu bien te fuiste,
para tu bien
yo te debo perdonar!
Aquella tarde que yo te vi
tu estampa me gusto,
pebeta de arrabal,
y sin saber por que te segui
y el corazón te di
y fue tan solo por mi mal.
Mira si fue sincero mi querer
que nunca imagine
la hiel de tu traición.
Que solo y triste me quede
sin amor y sin fe
y derrotado el corazón.
Despues de libar traidora
en el rosal de mi amor
te marchas engañadora
para buscar
el encanto de otra flor;
y buscando la más pura,
la más linda de color,
la ciegas con tu hermosura
para después
engañarla con tu amor.
Ten cuidado, mariposa,
de los sentidos amores,
no te cieguen los fulgores
de alguna falsa pasion,
porque entonces pagaras
toda tu maldad,
toda tu traición.
A Borboleta
Não é que eu esteja arrependido
De ter te amado tanto,
O que me entristece é seu esquecimento
E sua traição
Me afunda em pranto amargo;
Se você visse, estou tão triste
Que canto pra não chorar;
Se pra seu bem você foi embora,
Para seu bem
Eu devo te perdoar!
Aquela tarde que eu te vi
Teu jeito me encantou,
Menina do subúrbio,
E sem saber por que te segui
E o coração te dei
E foi só por meu mal.
Olha se foi sincero meu querer
Que nunca imaginei
O veneno da sua traição.
Fiquei só e triste
Sem amor e sem fé
E com o coração derrotado.
Depois de se embriagar, traidora
No roseiral do meu amor
Você parte, enganadora
Pra buscar
O encanto de outra flor;
E buscando a mais pura,
A mais linda de cor,
Você a cega com sua beleza
Pra depois
Enganá-la com seu amor.
Cuidado, borboleta,
Com os amores enganosos,
Não deixe que os brilhos
De alguma falsa paixão te ceguem,
Porque então você pagará
Toda a sua maldade,
Toda a sua traição.
Composição: Esteban Celedonio Flores / Pedro Maffia