Normiña
Normiña, papusa
Pebeta taquera
Milonga debute, que fuiste
Flor de fábrica en Chiclana
Yo te desconozco
No sos, como antes
La muchacha linda y alegre
Con un cielo de amor en las orejas
El barrio aquel
Ya te olvidó
Y si volvés
Es sin amor
Porque el placer
Ya se esfumó
Y tu virtud
Se disipó
Quién sabe qué pena
Te sacude, brava
Tal vez el brujo recuerdo
Del cariño sincero de tata
El pobre viejito
Qué borracho anda
Buscando de Normiña olvido
Para sus penas y para tu crueldad
Norminha
Norminha, minha linda
Menina da quebrada
Milonga de estreia, que você foi
Flor de fábrica em Chiclana
Eu não te reconheço
Você não é mais como antes
A garota linda e alegre
Com um céu de amor nas orelhas
Aquele bairro
Já te esqueceu
E se você voltar
É sem amor
Porque o prazer
Já se esvaiu
E sua virtude
Se dissipou
Quem sabe que dor
Te abala, brava
Talvez a lembrança mágica
Do carinho sincero do vovô
O pobre velhinho
Que tá bêbado
Procurando esquecer a Norminha
Pra suas dores e pra sua crueldade
Composição: E. Armani / F. A. Capone